A minissérie “Justiça” da Globoplay conquista o público ao usar das narrativas cruzadas para contar a história de quatro pessoas presas no mesmo dia
O conceito de justiça é algo que permeia a Humanidade desde os tempos mais antigos. Filósofos como Aristóteles, Platão e Hobbes são só alguns dos teóricos que dedicaram uma boa parte de seu tempo para pensar sobre essa questão. Nos dias atuais, a justiça está muito atrelada ao conjunto de leis de um país, que servem como bases para a sua organização social. No Brasil, são muitos os questionamentos sobre a eficácia da justiça e para quais pessoas ela funciona – e para quais ela jamais funciona. Para abordar um pouco sobre essas questões, a Globoplay lançou a minissérie “Justiça”, que estreou em 2016 e teve sua segunda temporada lançada em abril de 2024.
O original se passa em Recife e acompanha a vida de quatro pessoas de origem muito diferentes, mas com um aspecto em comum: todas foram presas na mesma noite e condenadas a sete anos de reclusão. Desses quatro, apenas um deles é culpado. Os outros foram vítimas de julgamentos duvidosos, uma vez que a série apresenta os motivos que fizeram com que os personagens chegassem até a condição de réus. Um aspecto interessante é que todos os protagonistas têm suas histórias interligadas por algum outro personagem secundário presente no núcleo narrativo do outro.
A série também irá acompanhar o retorno dos personagens à sociedade, depois de cumprirem o tempo de pena determinado. Enquanto os três inocentes irão em busca de algum tipo de reparação pessoal pela injustiça que sofreram, a série questiona se é correto continuar perseguindo o personagem que, apesar de culpado, cumpriu sua pena. A segunda temporada de “Justiça” possui 28 episódios e segue a mesma linha da primeira, porém ela se passa no Distrito Federal e conta com novos personagens para compor os quatro protagonistas. “Justiça” é uma série que questiona o sistema penal brasileiro, mas também o próprio senso de justiça do espectador.
Ao saber que sua filha iria casar em um mês, a protagonista de “A Mãe da Noiva” tem uma surpresa ao descobrir que o genro é filho do homem que partiu seu coração no passado
“A Mãe da Noiva” estará disponível na Netflix a partir do dia 9 de maioCom Brooke Shields (“Lagoa Azul”) e Miranda Cosgrove (“iCarly”) no elenco principal, o novo filme de comédia romântica da Netflix se chama “A Mãe da Noiva” e será disponibilizado no catálogo no dia 9 de maio. O longa se passa na Tailândia e pretende misturar as belas paisagens do lugar com uma história de romance, humor e muitas reviravoltas. Dirigido por Mark Water (“Meninas Malvadas”), o original tem uma proposta muito interessante de trazer para o foco o enredo de uma mulher acima dos 40 anos de idade, quebrando com o estereótipo de que comédias românticas são apenas para pessoas mais jovens.
Assim, apesar do casamento ser o pano de fundo para a história do filme, os protagonistas da história não são os noivos, mas sim os seus pais. O enredo começa com Emma (Cosgrove) contando para a sua mãe Lana (Shields) que iria se casar, depois de passar um ano fora em Londres (Inglaterra). A cerimônia, que seria dentro de um mês, ocorreria na Tailândia e já estava toda planejada. Porém, essa não seria a maior surpresa da personagem. Ao chegar no hotel onde os convidados estavam hospedados, Lana finalmente conhece o genro e seu pai, um ex-namorado da faculdade.
Esse encontro irá mexer com feridas antigas da personagem, que era completamente apaixonada por Will (Benjamin Bratt), mas teve o seu coração partido quando ele simplesmente sumiu. Com o incentivo de sua irmã Janice (Rachael Harris), Lana fará de tudo para mostrar a Will tudo o que ele perdeu ao abandoná-la no passado. Além disso, um médico bonito e jovem chamado Lucas (Chad Murray) irá se interessar pela protagonista, o que não passará despercebido pelos outros personagens. Ao mesmo tempo em que os pais tentam lidar com esse turbilhão de sentimentos, eles também precisam garantir que o casamento seja um dia muito especial na vida dos filhos.
A nova série da Amazon Prime Video gira conta o embate de uma bolsista com o menino rico e popular da escola
“Maxton Hall – The World Between Us” é a nova série da Amazon Prime VideoA adolescência é conhecida por ser um período da vida que é bastante complicado. São muitas as mudanças que acontecem, em um curto período de tempo, e é enorme o impacto que elas têm na forma como esses jovens se relacionam entre si e com o mundo. Quando essas questões são somadas a um abismo de privilégios por conta da classe econômica, pode-se dizer que as tensões escalam. É um pouco nesse contexto que se insere a nova série da Amazon Prime Video “Maxton Hall – The World Between Us”, que chegará na plataforma de streaming no dia 9 de maio.
Baseada no livro “Save Me”, da autora alemã Mona Karsten, a produção original contará com 6 episódios em sua primeira temporada. A história se passa na escola alemã Maxton Hall, uma instituição privada de ensino que é conhecida por seu ensino de qualidade e por ser um reduto dos herdeiros da elite econômica do país. Lá estuda Ruby Bell (Harriet Herbig-Matten), uma menina bastante dedicada e focada nos estudos que só deseja conseguir passar na universidade de Oxford, na Inglaterra, manter a sua bolsa de estudos e passar despercebida entre os estudantes arrogantes de Maxton Hall.
Porém, um desses seus desejos será completamente destruído quando ela, acidentalmente, entra na sala errada e descobre um segredo comprometedor de James Beaufort, herdeiro de uma família muito rica e influente. Além de ter muito dinheiro, o personagem é extremamente arrogante e considerado o líder indiscutível da escola. James fará de tudo para impedir Ruby de revelar seu segredo, inclusive tentar suborná-la, porém ela não aceitará ser feita de peão no jogo dos mais ricos. Essa atitude irá incomodar James e o embate entre eles ficará cada vez mais frequente. Porém, com todo esse conflito, algo irá despertar entre eles.