Quem nunca esteve em uma friendzone ou foi vítima do desejo de um amigo?
É o caso de Penelope Featherington (Nicola Coughlan) e Colin Bridgerton (Luke Newton), casal protagonista da terceira temporada de Bridgerton, da Netflix.
A temporada, estreada na última quinta-feira (16), conta a história do casal 'Polin' (ship de Penelope e Colin) que foi marcada pela amizade de longa data do casal. Um romance friends to lovers (de amigos para amantes) clássico.
Penelope, amiga muito próxima da família Bridgerton, sempre foi apaixonada por Colin, ficando na friendzone (zona de amizade), já que o jovem nunca a viu com interesse romântico. A donzela até já o ouviu comentando que jamais a cortejaria, fato que gerou grande mágoa.
Ao longo desta temporada, que foi dividida em duas partes por estratégia de marketing da Netflix - a segunda será lançada no dia 13 de junho -, Penelope decide arranjar um marido, apesar dos julgamentos alheios. Colin se dispõe a ajudar a amiga e com a aproximação, percebe que seus sentimentos são maiores do que pensava. Assim começa a trama do casal.
Não cometa o mesmo erro de Colin Bridgerton e confira abaixo seis sinais de que sua amizade pode virar um romance:
- Linguagem corporal próxima: O corpo fala! Se toques, trocas de olhares e demais sinais físicos estão mais frequentes, é bom ficar esperto (a)!
- Mudanças de comportamento: Seu amigo ou amiga está mais interessado (a) na sua rotina, ou até se insere nela? Cara, ele (a) tá tão na sua!
- Ciúmes: Esse é um sinal óbvio. Se a ideia de ter que dividir sua atenção incomoda o coleguinha, pode crer que o amor está no ar. Mas é importante lembrar que ciúmes em excesso é uma baita red flag (bandeira vermelha), tome cuidado.
- Mais tempo de qualidade: Se os encontros estão mais frequentes e duradouros, há uma grande possibilidade da amizade aflorar um amor romântico.
- Emoções intensas: A ansiedade gerada pela ausência ou demora para responder é um grande sinal de paixão. Vale ficar atento (a) para isso não se tornar dependência emocional.
- Comunicação frequente: Mesmo longe um do outro, ficando trocando mensagens com um sorrisinho no rosto? Como já diziam Jorge e Mateus: "Aí já era, é hora de se entregar!".