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A São Paulo Fashion Week marca seu retorno com desfiles presenciais em sua 52ª edição.

A moda se movimenta e tais movimentos nos mostram novos caminhos, descobertas e aprendizados.

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O público estava ansioso pela 52ª edição do maior evento de moda da América Latina, a São Paulo Fashion Week. 

Após duas temporadas virtuais o evento em formato híbrido finalmente foi apresentado dos dias 16 a 21 de novembro no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera na capital paulista. 

O evento manteve também suas transmissões pelo site do SPFW que contou com oito marcas estreantes nessa temporada: Baška, Bispo do Anjos, Bold Strap, Corcel, Depedro, Fauve, Mnisis e Von Trapp.

 

Fazendo uma linha do tempo do SPFW, ele foi pensado como um projeto de longo prazo para alinhar movimentos de mercado e trabalhar na construção de uma cultura de moda no Brasil, reflexo de nossas muitas identidades e de uma natureza diversa, generosa e exuberante. 

As conquistas que colhem agora são fruto das sementes que foram plantadas ao longo desses 25 anos.

Nessa última edição, 51 marcas se apresentarem, com 27 desfiles presenciais e 24 virtuais. 7 marcas integrantes do projeto Sankofa também marcaram presença, desfilando fisicamente pela primeira vez. 

“Como já disse anteriormente, não se trata de roupas, se trata de pessoas”, diz Paulo Borges, fundador e diretor criativo do SPFW.

A temporada iniciou com o desfile da P.Andrade na Pinacoteca de São Paulo e terminou em Niterói, com a apresentação no Caminho Niemeyer que celebra os 30 anos da desejada marca Lenny Niemeyer.

A moda se movimenta e tais movimentos nos mostram novos caminhos, descobertas e aprendizados. 

Me lembro quando cobri o meu primeiro SPFW há anos atrás e percebo tantas transformações... 

A pluralidade é uma das palavras mais usadas nas últimas edições do evento, e na semana passada, ele contou com famosos, anônimos, marcas estreantes e também veteranas, roupas conceituais, mas também comerciais, é de fato um novo momento e um processo de regeneração.

As tendências se misturam. 

Elas vão e vem, e não têm ficado tão bem definidas, porque acredito que não seja tanto o objetivo, até porque ela não vem para ditar nada e sim para auxiliar nas suas escolhas de acordo com o seu estilo.

A tendência apresentada nas últimas edições da SPFW é a liberdade de expressão, o conforto e a felicidade de vestir aquilo que faz com que você se sinta bem e feliz!

O evento dessa temporada comemorou o retorno as passarelas presenciais, consciências, datas, projetos, iniciativas e a expectativa de dias melhores. 

A edição 52 do maior evento de moda do país celebrou o que faz há tantos anos, A MODA em todas as suas frentes e vertentes!

 

Diálogo

Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (7)

07/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Pedro Bial - Jornalista brasileiro

"Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade”.

FELPUDA 

Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que só a gestão da prefeita Adriane de quem ele se diz aliado, mas ao mesmo tempo, garante que “ela vai ser derrubada do cargo”. Em plenário, nobre edil elevou o tom das cobranças e tem feito acusações e questionamentos. Aparentemente, a estratégia é provocar reações dos colegas, que até agora vêm preferindo manter distância da confusão e sem nenhuma disposição para entrar no embate. Como diria vovó: “Nada como um dia após o outro...”

Diálogo

Trabalhão

Na última semana antes da eleição, a Polícia Federal teve trabalho dobrado para conter a compra 
de votos em Mato Grosso do Sul, e de quebra, estragou a festa de candidatos que tentaram garantir o eleitor no dinheiro vivo. É um crime que atravessa décadas, apesar dos repetidos alertas.

Mais

Alguns nomes conhecidos, que passaram a campanha discursando sobre transparência e honestidade, deram  com os burros n’água e agora vão gastar um bom tempo se explicando. A maior parte das ocorrências foram registradas  no Nordeste.

DiálogoMarcos Moreno de Lima e Ada Maria Pereira Tincani de Lima - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDonata Meirelles - Foto: Lu Prezia

Fatura

Dos 12 vereadores da Capital que tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa, apenas André Salineiro (PL) chegou lá, com 28 mil votos. Os demais amargaram a derrota. Analistas de plantão apontam o desgaste da Câmara Municipal diante do abandono de Campo Grande , com problemas pipocando por todos os lados e a buraqueira tomando conta das ruas. Em bom português: população cobrou a fatura da inércia e reprovou os nobres edis nas urnas. 

Recorde

Mato Grosso do Sul registrou a maior taxa de abstenção entre todos os estados brasileiros, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No total, 483.210 eleitores, ou 23,87% do eleitorado, não compareceram  às seções  para votar. No Brasil, 33 milhões de eleitores não compareceram. “Vamos aperfeiçoar mecanismos disponíveis para reduzir esses números já no segundo turno para a eleição presidencial”, afirmou o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. 

Colheita

Os ex-prefeitos Odilon Ribeiro (PL), de Aquidauana, Ângelo Guerreiro (PSDB), de Três Lagoas, e Hélio Peluffo (PP), de Ponta Porã, garantiram mandatos. Os três contaram com as bênçãos do senador eleito Reinaldo Azambuja e do governador reeleito Eduardo Riedel, assim como tantos outros candidatos. Sinal de que o MS segue com o grupo que governa o Estado há oito anos e deverá manter essa toada até 2030. Pesou também o desempenho dos três em seus municípios, que deixaram as prefeituras com alta aprovação popular. A colheita veio na hora certa.

ANIVERSARIANTES 

  • Eclair Socorro Nantes Vieira, 
  • André Luiz Scaff,   
  • Diná Pontes de Oliveira Álvares Ferreira, 
  • Francisco José Albuquerque Maia Costa,    
  • Idete Miranda Balbuena Yule, 
  • Emerson Paulo Barbosa,
  • Oswaldo Filizola,
  • Valdomiro Fernandes,
  • Anderson Wallace da Silva Pereira,
  • Dr. Elias César Kesrouani, 
  • Paulo Essir,
  • Sérgio Ferreira de Ornelas,
  • Lucia Maria Nunes,
  • Giulia Batista,
  • Eduardo Marega de Souza,
  • Luciana Baseggio,
  • José de Mello,
  • José Flávio Gonçalves de Oliveira,
  • Lucia Maria Nunes,
  • Ana Claudia Zamban,
  • Celso Nicolau Albuquerque,
  • Geraldo Ramón Pereira,  
  • Sandra Aparecida Lopes,
  • Yuri Garcia Anjos,
  • Rubens Salim Saad,
  • Arlindo de Almeida,
  • Andréa Cássia Neves de Azevedo,
  • Dr. Alcides Higa,     
  • Darcy Lourdes Rondon,
  • Paulo Roberto Braga,
  • Elesbão Munhoz,
  • Ulisses Pinto de Almeida,          
  • José Alves Ferreira,            
  • Mário Márcio Salomão Budib,                      
  • Angelo Capela Mendonça,
  • Ingrid do Carmo Godoy,           
  • Simone de Albuquerque,             
  • Jânio Pereira Padilha, 
  • Jaci Guimarães Freire,               
  • Albany Ferreira de Souza,            
  • llto D’Oliveira Mariano,                
  • Dr. Valdir Teles da Silva, 
  • Elaine Cristina de Araújo,            
  • Jair da Silva Almeida,        
  • Mário Augusto Wanderley Xavier, 
  • Marineide Guerreiro Ramos,             
  • George Jaime Teixeira,          
  • Jacy Duailibi,                     
  • Aldo Conceição,               
  • Eliasze Luizo Guimarães,            
  • Geralda Berte Silva,                  
  • Jorge Luiz Gigolotti,          
  • Nora Nei de Almeida,           
  • Cássia Liz Andrade,                    
  • Denise Andrade,               
  • Eloisa Costa Berro,
  • Zoé Souza de Abreu,    
  • Ademar Antonio da Silva,          
  • Valmir Inácio de Souza,
  • Karina Rios Ribeiro,                
  • Álvaro Garcia Souza,                 
  • Luzia Maria Teixeira,     
  • Samuel Fernandes Correia,
  • Paula Nunes de Souza,             
  • Tatiane Nobue Iseki,            
  • Ademir Alves de Paula,             
  • José Gomes de Oliveira,  
  • Padre José Marinoni, 
  • Lione Kaviski Peixoto, 
  • João Lemos Sandy,                 
  • Nelson Alves Coimbra,            
  • Aparecida Macedo Vieira,        
  • Denise Regina Madureira,          
  • Neusa Pinheiro,                   
  • Eliane Neves dos Santos,
  • Fábio Ferreira Gomes,             
  • Jainara Fabrícia Santos da Costa,
  • Maximiliano Barros Rodrigues,
  • Ederson Silva Costa,
  • Larissa de Barros,
  • Terezinha Moranti,
  • Elias Razuk Jorge Filho,
  • Lino Omar Castilho Mendes,
  • José Augusto Maia Vasconcellos,
  • Soraya Maria Vieira da Silva Gabriel Ribeiro,
  • Olimpio Alves dos Reis,
  • Paulo Sérgio Soares,
  • Anderson Umada Monteiro,
  • Daniela Wanderley Ouriveis Mendes de Oliveira,
  • Maria de Fátima Salles,
  • Aroldo Ferreira Galvão, 
  • Feliciano Marcos de Brito,
  • Juliana Guimarães Teodoro,
  • Maria Regina Martinelli Benez,
  • Antonio da Silva Domingos,
  • Delfio Cabreira,
  • Sérgio Atilio Chiavoloni,
  • José Roberto Mauro,
  • Cristiane Pereira da Silva,
  • Karina Herculano da Silva,
  • João Correa Filho,
  • Paula Silva Sena Capuci,
  • Ildeu Leandro Souza,
  • Sandra Maria Cáceres Barbosa,
  • Marley Jara,
  • Vanira Conceição Paulista,
  • Sami Mahmud Alawi,
  • Edson Martins de Araújo.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Pets

Envelhecimento dos cães exige atenção e adaptação da família, aponta especialista

Fase sênior pode trazer alterações no sono, no humor, na mobilidade e na interação; especialista orienta observar os sinais e mudar a rotina sem perder os momentos de convivência

06/10/2026 08h30

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sênior

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sênior Divulgação

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O focinho grisalho, as horas de sono mais longas, a dificuldade para subir no sofá ou a ausência na porta quando alguém chega podem ser sinais de que o cão entrou em uma nova fase da vida.

O envelhecimento dos animais não envolve apenas mudanças físicas. A rotina, o comportamento e a relação com os tutores também podem se transformar.

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sêniorJuliana Sato, psicóloga especialista em vínculo humano-animal e luto pet - Foto: Helton Nóbrega

Para a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, perceber que o cão está envelhecendo pode ser um momento emocionalmente marcante para a família. Muitas vezes, a percepção acontece a partir de uma mudança aparentemente pequena.

“Esse reconhecimento raramente é gradual. Ele costuma vir de repente, a partir de um detalhe. Nesse instante, a família entende que o tempo passou, e isso mexe com ela”, explica.

Na chamada fase sênior, alguns cães podem ficar mais quietos e seletivos na interação, enquanto outros passam a procurar mais a companhia dos tutores. Ansiedade, irritabilidade, isolamento e maior dependência também podem aparecer. No entanto, nem toda mudança deve ser automaticamente atribuída à idade.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Um dos principais cuidados nessa fase é observar alterações que fogem do padrão habitual do animal.

Mudanças no sono, apetite, disposição, interação ou comportamento podem estar relacionadas a problemas de saúde e precisam ser avaliadas por um veterinário.

“Chamamos de teimoso o cão que talvez não esteja ouvindo, de manhoso o que pode estar sentindo dor e de birrento o que está desorientado. Toda mudança de comportamento deve ser levada ao veterinário antes de virar traço de personalidade”, alerta Juliana.

A orientação é que os tutores acompanhem o animal de perto e registrem alterações percebidas no dia a dia. Essas informações podem ajudar o profissional a identificar mudanças que nem sempre ficam evidentes durante uma consulta.

A RELAÇÃO TAMBÉM MUDA

O envelhecimento não significa, necessariamente, que o vínculo entre cão e tutor esteja enfraquecendo.

O que muda é a maneira como essa relação acontece. Um animal que durante anos acompanhou a família em caminhadas, brincadeiras e outras atividades pode passar a apresentar limitações físicas ou sensoriais.

Nesse momento, a expectativa dos tutores também precisa ser revista.

“A família precisa deixar de esperar que o cão se adapte a ela e passar a se adaptar a ele. O cão não está ficando difícil, ele está vivendo com um corpo e uma percepção diferentes”, afirma a psicóloga.

Isso significa, por exemplo, compreender que um cão que já não consegue acompanhar um passeio longo pode continuar aproveitando a atividade de outra forma. O tempo fora de casa pode ser mais curto e respeitar o ritmo do animal.

“O passeio deixa de ser exercício e passa a ser presença, exploração, tempo de farejar sem pressa”, explica.

MUDANÇAS QUE AJUDAM

A adaptação da casa também pode contribuir para o bem-estar do cão idoso. Manter os móveis nos mesmos lugares, estabelecer horários mais previsíveis e oferecer um espaço tranquilo para descanso são algumas medidas que podem proporcionar mais segurança ao animal.

A convivência, entretanto, não precisa desaparecer. Brincadeiras, passeios e momentos de interação podem continuar fazendo parte da rotina, desde que sejam adequados às condições físicas do cão e às orientações do veterinário.

Preservar hábitos conhecidos também é importante. Sempre que possível, o animal deve continuar participando da vida da família, ainda que algumas atividades precisem ser modificadas.

A autonomia também deve ser respeitada. Permitir que o cão faça escolhas dentro de suas possibilidades e mantenha seus próprios rituais pode contribuir para preservar a qualidade de vida e o vínculo com os tutores.

MUDANÇAS NOS HUMANOS

A velhice do animal pode provocar mudanças emocionais não apenas no cão, mas também em quem convive com ele.

Segundo Juliana, é possível que os tutores experimentem o chamado luto antecipatório, caracterizado pelo sofrimento diante da percepção de que o animal está envelhecendo e de que a despedida, em algum momento, acontecerá.

Esse processo pode vir acompanhado de tristeza, preocupação, medo e cansaço. A rotina de cuidados também pode se tornar mais exigente conforme surgem limitações ou necessidades específicas.

“Quem cuida também precisa de espaço para falar do que sente, inclusive do cansaço e da tristeza”, afirma.

Reconhecer essas emoções pode ajudar a família a lidar de maneira mais consciente com a nova fase, sem transformar sentimentos como irritação ou culpa em motivo de julgamento.

CONVERSA PREVENTIVA

O acompanhamento veterinário se torna ainda mais importante à medida que o animal envelhece. Além de investigar mudanças de comportamento, as consultas permitem acompanhar as condições de saúde e discutir adaptações necessárias para a rotina.

Outro assunto que pode ser abordado previamente é o fim da vida. Para Juliana, conversar com o veterinário sobre possibilidades, cuidados e decisões antes de uma situação de crise pode diminuir a pressão emocional enfrentada pela família quando o momento chegar.

“Essa conversa não antecipa a morte. Ela protege o tempo que ainda resta”, conclui a especialista.

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