SERTANEJO

Compositor cobra R$ 20 milhões de Gusttavo Lima na Justiça

Dono da música Fora do Comum, processou o cantor
11/02/2020 19:14 - Estadão Conteúdo


O compositor André Luiz Gonçalves, dono da música Fora do Comum, processou, na 30ª Vara Cível de Goiânia, o cantor Gusttavo Lima por uso indevido da canção, lançada em 2011.

Na ação, ele pede uma indenização de R$ 20 milhões, alegando que Lima teria ganhado indevidamente, nesses nove anos, com reproduções em rádio, plataformas digitais, CDs e DVDs.

Em entrevista ao jornal O Dia, Gonçalves explica que o sertanejo teria oferecido uma parceria e se apropriado de 50% dos direitos autorais da melodia, após ter editado metade da letra.

“Ele me chamou pra fazer uma parceria. Ele pediu pra eu gravar a música e mandar pra ele. Registrei a música e mandei pra ele. Passou uns dias e ele me ligou dizendo que só gravaria se eu aceitasse fazer uma sociedade com ele. Eu, de boa-fé, achei que ele só acrescentaria o nome dele na composição, mas ele foi lá e editou metade da música e registrou como 50% sendo de autoria dele. Pra não perder tudo, eu fui em outra editora pra registrar os meus 50% e não deixar de receber, porque quando eu fui registrar 100% da música no meu nome, ele já havia feito o registro de metade”, afirma.

Gonçalves conta ainda que Gusttavo Lima prometeu lançar outras músicas com ele para ressarcir a outra metade do valor. No entanto, o cantor só colocou o nome do compositor em Amor de Poeta, de 2012. “Cheguei a assinar para receber os direitos autorais dessa canção, mas nunca recebi nada”, reclama.

A reportagem procurou a assessoria de Gusttavo Lima para um posicionamento, mas a equipe não retornou até o momento desta publicação.

 
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".