Correio B

DANÇA

Companhia do Rio de Janeiro vai apresentar dois espetáculos em Campo Grande

A Focus Cia. de Dança, do Rio de Janeiro, vai apresentar dois espetáculos na capital na próxima semana, "Trupe", na Praça Ary Coelho (15), e "As Canções que Você Dançou pra Mim" (14), com sucessos musicais de Roberto Carlos

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A Focus Cia. de Dança (RJ) volta a Campo Grande para apresentar dois espetáculos: “As Canções que Você Dançou pra Mim”, embalado pelas grandes canções do Rei Roberto Carlos, no dia 14, às 20h, no Teatro Glauce Rocha, e “Trupe”, que vai ocupar a Praça Ary Coelho, no dia 15, com sessões às 15h e às 17 horas.

Dirigida pelo coreógrafo Alex Neoral, a companhia é conhecida pelo espetáculo com sucessos de Roberto Carlos e circula pelo Brasil com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

No elenco estão Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Iure de Castro, Lindemberg Mallí, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares.

AS CANÇÕES DO REI

Iê-iê-iê, canções românticas, clássicos de tirar o fôlego, enfim, emoções além do horizonte estão na construção da coreografia “As Canções que Você Dançou pra Mim”. Alex Neoral se inspira na obra do Rei Roberto Carlos para criar um espetáculo que visita as décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 por meio de muito movimento.

“A escolha por Roberto Carlos surgiu em brincadeiras do próprio elenco. Durante as viagens da companhia, era comum ouvir os bailarinos cantando as músicas do Rei, interrompendo um ao outro a partir de uma palavra comum nas letras”, lembra Neoral. Da mesma forma, em cena, “uma canção puxa a que vem em sequência, formando uma grande história. É como se uma perguntasse e a outra respondesse”, completa o diretor.

Todas as composições são sempre na voz do Rei, em versões originais de clássicos lançados entre as décadas de 1960 e 1980. Verdadeiras pérolas também, por guardarem vários momentos e tons da voz do grande Roberto Carlos.

O resultado é uma apresentação que estabelece comunicação direta com os espectadores, o que cria identificação e conquista plateias de diferentes perfis.

Para completar o universo de referências à obra de Roberto Carlos, “As Canções que Você Dançou pra Mim” traz figurinos em tons de azul, aludindo aos modelos e às roupas da moda da época retratada, com toques contemporâneos.

Sucesso de público, a montagem foi eleita um dos melhores espetáculos de 2011, segundo o jornal carioca O Globo, e de 2012, na opinião dos críticos da Folha de São Paulo. Os trabalhos são coreografados pelo diretor Alex Neoral.

TRUPE

A coreografia “Trupe”, segundo Neoral, é uma homenagem aos artistas mambembes que levam, em suas andanças e jornadas, a arte ao público ao longo dos tempos. O espetáculo tem duração de 35 minutos, tempo em que 8 bailarinos percorrem 150 metros de distância.

‘Trupe’ acontece em forma de um cortejo, em que as pessoas são surpreendidas quando estão passando pelo lugar. A ideia é modificar a paisagem ao redor e os próprios sentidos do espectador. A travessia desse cortejo, de fato, se dá no outro, em quem está passando e vê os artistas tão próximos exibindo repertório com propostas de movimentos, expressões e gestos”, conta o coreógrafo.

“O espectador pode seguir até o fim ou não, mas já foi afetado, ali, ao interromper seu deslocamento, muitas vezes, no ‘modo automático’. A arte sempre vai junto com quem assistiu”, reflete Alex Neoral.

O diretor reforça que o grupo se desloca coletivamente apresentando a coreografia até um ponto específico da praça, onde se intensifica a movimentação em cena.

Segundo ele, a obra é inspirada na atmosfera de grupos teatrais de rua e em coletivos mambembes, menção e homenagem a esse universo tão rico em manifestações culturais, com figurinos que remetem um pouco aos traços circenses e burlescos.

“Esse espetáculo, assim como qualquer estreia artística hoje no Brasil, é um sinal de persistência e coragem. Viver da cultura em nosso país está se tornando uma tarefa desafiadora e, graças à Petrobras, a Focus Cia. de Dança tem o privilégio de ter um trabalho continuado, sinônimo de excelência e qualidade. Iniciativas como essas são essenciais para o desenvolvimento do Brasil e como criação da identidade de uma nação”, afirma Alex Neoral.

A FOCUS

Ao longo de 24 anos, a Focus Cia. de Dança consolidou uma trajetória marcante, enriquecida por 26 obras e 16 espetáculos que conquistaram tanto a crítica especializada quanto o público em mais de 100 cidades brasileiras e em países como Alemanha, Estados Unidos, França e México.

Em 2021, emergindo da pandemia, estrearam “Vinte” e o infantil “Bichos Dançantes”, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas 2020. No ano anterior, o grupo lançou “Corações em Espera”, uma criação exibida ao vivo pelo YouTube, que recebeu aclamação e indicação ao Prêmio APCA.

Reconhecimento não é novidade para a Focus: em 2019, ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança pela coreografia “Keta”, parte do espetáculo “Still Reich”. O talento de Alex Neoral, expressado em coreografias inovadoras, cativou mais de 1 milhão de espectadores ao redor do mundo.

Essa jornada também incluiu momentos emblemáticos, como a apresentação no Rock in Rio 2017, ao lado de Fernanda Abreu, e a recepção da Comenda da Ordem do Mérito Cultural em 2016.

Desde 2012, a companhia mantém uma parceria sólida com a Petrobras, que patrocina suas atividades, fortalecendo sua presença no cenário cultural brasileiro.

Em julho de 2023, estreou “Carlota – Focus Dança Piazzolla”, no Rio de Janeiro, consolidando sua presença nacional e internacional, representando o Brasil no Festival Hola Rio, em Madri, com os espetáculos “Trupe” e “As Canções que Você Dançou pra Mim”.

SERVIÇO

“As Canções que Você Dançou pra Mim”

Data: dia 14 (sexta-feira).
Horário: às 20h.
Duração: 65 minutos.
Local: Teatro Glauce Rocha.
Classificação indicativa: livre.
Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), disponíveis no site https://bileto.sympla.com.br/event/94593.

“Trupe” – intervenção urbana

Data: 15 de junho (sábado).
Horários: às 15h e às 17h.
Duração: 35 minutos.
Local: Praça Ary Coelho.
Classificação indicativa: livre.
Acesso gratuito.

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Gastronomia Correio B+

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Além do tradicional carvalho, diferentes tipos de madeira influenciam aromas, sabores e características da bebida brasileira

13/09/2026 10h34

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa Foto: Divulgação

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Você sabia que a cachaça vai muito além da famosa caipirinha? Para ganhar diferentes aromas, sabores e características, a madeira onde fica armazenada a ‘água ardente’ influencia diretamente no paladar e no perfil da bebida.

Em celebração ao Dia Nacional da Cachaça, celebrado hoje 13 de setembro, Delfino Golfeto, cachacier e fundador da Água Doce Sabores do Brasil, revela 10 espécies brasileiras utilizadas no envelhecimento do destilado e indica pratos que podem harmonizar com cada versão.

“A madeira tem papel importante no envelhecimento da cachaça, já que o contato com a bebida pode influenciar a cor, o aroma e o sabor. O resultado varia de acordo com o tipo utilizado, o tempo de contato, as condições de armazenamento, entre outros fatores. Por isso, uma mesma cachaça pode apresentar características diferentes conforme a madeira escolhida e o período de maturação”, revela Delfino.

Amendoim: para um perfil equilibrado

Apesar do nome, o amendoim também é uma madeira utilizada no envelhecimento de cachaça. Considerada uma madeira "neutra", ela diminui a acidez e amacia o destilado sem alterar de forma drástica a cor ou o sabor original da cana-de-açúcar, sendo excelente para coquetelaria. A espécie contribui para uma bebida equilibrada e de perfil mais macio, que pode ser harmonizada com frango assado, carne suína, castanhas, queijos semiduros e sobremesas de chocolate ou caramelo.

Grápia: suavidade com toque amadeirado

Considerada uma madeira neutra a semineutra, ela altera pouco a cor da cachaça, deixando um tom amarelo-palha bem claro, e reduz a acidez da bebida, mantendo o sabor original da cana-de-açúcar com notas suavemente adocicadas. Pode contribuir para as características amadeiradas do destilado, sem necessariamente resultar em um perfil excessivamente intenso. Na mesa, pode acompanhar carnes assadas, queijos semiduros e sobremesas com caramelo, mel ou frutas secas.

Peroba: uma opção pouco conhecida

Entre as espécies menos familiares ao consumidor, a peroba também aparece entre as madeiras utilizadas para armazenamento de cachaça. É uma madeira que confere uma coloração amarelada e um toque sutilmente amargo e seco ao destilado. Ela ajuda a amaciar a cachaça sem mascarar o seu perfil original. Por seu perfil menos explorado, pode ser apresentada em degustações acompanhadas de petiscos, carnes brancas, queijos e pratos de intensidade média.

Louro: aromas que pedem pratos bem temperados

Mais conhecido como tempero, o louro também pode aparecer como madeira utilizada no armazenamento da bebida. Esta madeira transfere para a cachaça notas marcadamente florais e de especiarias, como o cravo-da-índia e canela, além de proporcionar um fundo levemente adstringente e medicinal. Seu perfil aromático pode combinar com carnes de panela, pratos com ervas, feijão, preparos com molhos e receitas tradicionais brasileiras.

Amburana: para quem gosta de aromas marcantes

Uma das madeiras mais conhecidas entre os apreciadores de cachaça, a amburana pode conferir notas adocicadas e de especiarias ao destilado. Ela reduz a acidez e confere um fundo floral e marcadamente adocicado, com aromas que lembram baunilha e canela. O perfil aromático combina com carne suína, costela com molho agridoce, queijos curados e sobremesas com doce de leite ou caramelo.

Bálsamo: intensidade para acompanhar sabores fortes

O bálsamo pode proporcionar características herbais e amadeiradas, de especiarias, como cravo, e uma sensação levemente picante e adstringente ao paladar dando mais personalidade à bebida. Por isso, a sugestão é servi-lo com carnes vermelhas, embutidos, queijos maturados e pratos com temperos mais intensos.

Jatobá: madeira brasileira para bebidas complexas

Conhecido pela resistência de sua madeira, o jatobá também pode ser utilizado no envelhecimento de cachaças. Se trata de uma madeira densa que confere à cachaça uma coloração âmbar ou avermelhada muito bonita e intensa. No paladar, traz robustez com notas que remetem a frutas secas, especiarias e um leve toque amadeirado resinoso. Sua influência pode resultar em notas amadeiradas e especiadas, que conversam bem com carnes assadas, costelas, queijos de sabor intenso e chocolate amargo.

Jequitibá: equilíbrio para pratos delicados

Com influência mais discreta, o jequitibá é uma opção para quem prefere perceber com maior clareza as características originais da cachaça. Há duas versões que podem ser utilizadas. O Jequitibá-branco preserva as características originais da cachaça sem alterar sua cor. Já o Jequitibá-rosa confere uma coloração dourada sutil e sabores macios semelhantes aos do carvalho. Por isso, ambas podem acompanhar peixes, aves, saladas, frutos do mar e queijos suaves.

Freijó: leveza que valoriza o destilado

O freijó apresenta influência mais suave sobre a bebida, contribuindo para um perfil equilibrado. Bastante utilizada na região Norte e Nordeste, funciona de forma semelhante ao Jequitibá-branco. É uma madeira que praticamente não solta cor ou aromas fortes, focando em reduzir a agressividade do álcool e amaciar o destilado, preservando a pureza da cana. É uma alternativa para acompanhar entradas, peixes, frutos do mar, queijos frescos e pratos leves.

Ipê: personalidade para pratos grelhados

O ipê, tanto amarelo quanto roxo, também aparece entre as espécies brasileiras utilizadas no armazenamento de cachaça. Transfere uma coloração dourada escura ou alaranjada à bebida. O ipê amacia consideravelmente o destilado, agregando notas de especiarias e aromas que lembram nozes e castanhas, com um final de boca macio e aveludado. Por seu potencial de conferir maior estrutura ao destilado, pode ser combinado com carnes grelhadas, linguiças, preparos defumados e queijos curados.

Há uma curiosidade na produção da bebida brasileira. O carvalho é o principal tipo de madeira usado no envelhecimento e armazenamento da cachaça, embora seja uma madeira importada principalmente das variedades Carvalho Americano e Carvalho Europeu. Ele lidera o mercado por ser o padrão mundial na maturação de destilados e por agregar notas muito apreciadas de baunilha, coco, mel e caramelo. No Brasil, a castanheira frequentemente é chamada de "carvalho brasileiro", sendo utilizada na produção e trazendo notas intensas de castanhas, chocolate e amêndoas.

“A cachaça é um dos produtos que mais representam a nossa cultura e tem uma diversidade que muitas vezes não é conhecida pelo consumidor. Quando falamos das diferentes madeiras utilizadas em seu processo, mostramos que uma mesma bebida pode proporcionar experiências muito distintas. E isso também abre possibilidades interessantes para a gastronomia, com harmonizações que vão muito além da caipirinha”, finaliza Delfino.

Saúde Correio B+

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Sono ruim, estresse, álcool, cigarro eletrônico, alimentação e até a velocidade do emagrecimento podem interferir no envelhecimento facial

12/09/2026 16h00

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora Foto: Divulgação

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Cuidar da pele, usar protetor solar e manter uma rotina de skincare já fazem parte dos cuidados de muitas pessoas que querem preservar a aparência do rosto ao longo dos anos.

Mas o envelhecimento facial não acontece apenas por causa da exposição ao sol ou pela passagem do tempo. Hábitos presentes na rotina também podem influenciar a forma como a face muda, e alguns deles passam longe daquilo que normalmente associamos às rugas e à flacidez.

Sono ruim, estresse constante, consumo excessivo de álcool, cigarro eletrônico, alimentação desequilibrada, excesso de telas e perda de peso acelerada estão entre os fatores que merecem atenção. O impacto não está restrito à pele, pois o envelhecimento envolve diferentes camadas do rosto, incluindo gordura, músculos e estruturas responsáveis pela sustentação facial.

“Quando falamos em envelhecimento do rosto, é importante entender que não estamos falando apenas de rugas. A face passa por mudanças em diferentes tecidos ao longo do tempo, e fatores externos podem contribuir para que algumas dessas alterações apareçam ou se acentuam mais cedo”, explica a Dra. Isadora Ragognete, médica atuante em dermatologia. Confira, a seguir, os sete hábitos que podem contribuir para o envelhecimento facial antes da hora, segundo a especialista:

Dormir pouco e não tirar a maquiagem antes de dormir

Dormir poucas horas e não remover a maquiagem antes de dormir acelera o processo de envelhecimento e você não tem percebido. “ Durante o período noturno é onde a gente tem o aumento de alguns hormônios que são responsáveis pela reparação do nosso sono e pela reparação textual, então processos celulares de renovação celular acontecem durante esse período. Se você tem a maquiagem algo ocluindo, isso vai prejudicar muito a renovação celular da sua pele e do seu rosto”, explica a Dra. Isadora Ragognete.

Não usar filtro solar todos os dias e tomar muito sol

A exposição excessiva ao sol e a falta de proteção solar diária estão entre os principais fatores que contribuem para o envelhecimento da pele e do câncer de pele. “Não usar filtro solar todos os dias, já é habitual para algumas pessoas, além de  tomar muito sol no corpo, o sol é o principal fator que vai prejudicar as nossas células, ele vai promover uma elastose solar, que é as fibras de colágeno que estão todas organizadas e o sol vai quebrando elas ao longo do tempo, a transformando essas fibras que eram lineares, hidratadas em algo fragmentado, ressecado e mais envelhecido. Esses dois fatores a gente precisa tomar muito cuidado. Além é claro da prevenção do câncer de pele”, explica Isadora.

Tabagismo e excesso de bebida alcoólica

O tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são hábitos que podem prejudicar o organismo como um todo e também impactar a saúde da pele. “Tabagismo e bebida alcoólica são coisas que andam juntas e que prejudicam muito nosso corpo como um todo, mas também a nossa pele. Eles aumentam muito o estresse oxidativo do nosso corpo e isso tudo vai prejudicar o funcionamento do nosso organismo como um todo e envelhecer muito mais rápido”, pontua a especialista.

Não manter uma alimentação equilibrada, hidratação e atividade física

Uma rotina de cuidados com a saúde também passa por hábitos básicos, como manter uma alimentação equilibrada, beber água e praticar atividade física. Embora sejam recomendações conhecidas, a constância nesses cuidados também pode fazer diferença na saúde do organismo e, consequentemente, na aparência da pele ao longo do tempo. “Não ter uma alimentação equilibrada, uma rotina de hidratação, atividade física, isso é óbvio, acho que todo mundo já sabe, mas é importante reforçar que isso também te envelhece sem você perceber”, diz.

Postergar o início dos procedimentos estéticos

Os procedimentos estéticos podem ser aliados na manutenção da jovialidade e da naturalidade do rosto quando realizados de forma adequada e individualizada. “Postergar muito o início dos procedimentos estéticos. Eles são excelentes aliados para a naturalidade, a jovialidade do rosto, de uma maneira que traduz a quem você é sem mudar sua expressão, sem mudar sua aparência, mas mantendo muito mais saudável, muito mais jovem por mais tempo. Então não postergue nenhuma dessas medidas que eu falei aqui”, conclui a doutora.

Para a especialista, entender o envelhecimento facial dessa maneira ajuda a tirar o assunto do campo exclusivamente estético e colocá-lo também dentro de uma perspectiva de saúde e prevenção.

“O envelhecimento é inevitável, mas a forma como ele acontece é influenciada por diversos fatores. Genética e passagem do tempo têm um papel importante, mas nossos hábitos também fazem parte dessa equação. Cuidar do rosto não significa apenas pensar em rugas ou procedimentos, mas olhar para a saúde de maneira mais ampla”, conclui a médica.

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