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Diálogo

Em São Gabriel do Oeste, a eleição se assemelhou a um dramalhão mexicano... Leia na coluna de hoje

Por Ester Figueiredo (dialogo@correiodoestado.com.br)

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John Lennon - cantor e compositor inglês

O que deseja fazer, faça logo. 
Existe uma quantidade 
limitada de amanhãs”.

FELPUDA

Em São Gabriel do Oeste, a eleição municipal se assemelhou a um dramalhão mexicano, em que o filho brigou com os familiares para casar com a mulher dos sonhos. Finda a cerimônia e já pensando na lua de mel, nada pode fazer, pois ficou sabendo que alguém da família entrou com um pedido de anulação do enlace. A realidade é que Leocir Montagna, do PSD, havia “peitado” o diretório municipal, que apoiou o PSDB, saiu à disputa e venceu. A Justiça foi procurada para anular a convenção e, consequentemente, os votos. Com poder de extinguir a intervenção, a direção da sigla tirou o “noivo” da tristeza: terá a vitória validada, inclusive com apoio do presidente nacional da legenda, e tomará posse em 2025.

Números

A próxima prefeita administrará Campo Grande com uma previsão orçamentária de R$ 6,8 bilhões, o que representa um aumento de cerca de 4% em relação ao Orçamento deste ano.

Mais

No dia 4/11, haverá uma audiência pública para discutir o Projeto da Lei Orçamentária Anual (Ploa), que trata da estimativa de receita e fixação da despesa do município.

Jussara Gadir (9 03) e Jean Vollkopf (29 03)Jussara Gadir e Jean Vollkopf

 

Cleo Pires

Disputa

A formação de chapa única para a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de MS não significa que estará tudo “dentro dos conformes”. Os votos podem ser dados para ela completa ou individualmente. O candidato a presidente, por exemplo, poderá não ter o crivo de um ou outro parlamentar, assim como os demais nomes. E é aí que mora o perigo: em caso de insatisfação 
dos colegas, se o postulante não obter 13 votos (metade do número de deputados mais um), ele ficará de fora do órgão colegiado.

Cobiçada

Prefeitos, reeleitos e eleitos, voltam às urnas da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) na segunda semana de janeiro de 2025. A cadeira é cobiçadíssima, pois a instituição representa as 79 prefeituras do Estado – e importantes decisões políticas passam por ela. Entretanto, é necessário ter um bom entendimento sobre a dimensão desse cargo. Caso contrário…

Aulão

Nos dias 30/10 e 6/11, das 18h30min às 21h, a faculdade Insted realizará um aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas poderão ser assistidas presencialmente, no teatro da instituição, ou então de forma remota, pois haverá transmissão simultânea. Os eventos são gratuitos e os interessados devem se cadastrar no site insted.edu.br.

ANIVERSARIANTES

Mário Heitor Ocampo Trouy,
Oreslene Magalona Amaral dos Santos Florentino,
Rosário Congro Neto,
Edimara Rita Caetano Barbosa,
Walquer Aurélio Mikoleit de Moraes,
Elena Nogueira de Farias,
Laucidio Dias da Silva,
Roberto Kokubum,
Manoel Camargo Ferreira Bronze,
Otavio Cyro Boff,
Regina Iara Ayub Bezerra,
José Luiz Nunes Moreira,
Sandra Calligaris Baís,
Dr. Gerson Gattass Orro de Campos,
Simeão Sanches,
Hertha Hevner Oliveira Duarte,
Dr. Sebastião de Freitas Silveira,
Eurides Rodrigues Araujo,
Antonina Oliveira Dias,
Ademir Pereira Martins,
Tainara Prado,
Joleine Torres Schmidt,
Telma Cristina Fernandes Henriques,
Marithê Santos Lopes,
Vanessa Auxiliadora Tomaz,
José Cassiano de Oliveira,
Wanderley Lopes Barbosa,
Dalva Galvão Passos,
João Bosco Ferreira de Melo,
Luciana Rocha Garcia,
Gabriela Bacchi de Araujo,
Analice Albuquerque Thiers,
Renato Mariani,
Júlio César Schneider Pereira,
Selmo Marques de Oliveira,
Amaury Monteiro de Souza,
Shirley Dornelis Barem,
Rita Rodrigues Coronel,
Geisa Lima da Silva,
Rosana Moreira,
Francisco Assunção da Silva,
Celina Maciel Salgado,
Olga Nara Fremiot Lopes,
Diomedes de Oliveira Klain,
Thiago Rabello de Moura Brasil, Tereza Nishi Cerioli,
Antonio Vicente de Paula,
Almezinda Alves Mota,
Edimar Rosa da Costa,
Marco Antonio Alves de Souza Junior,
Marilza Aparecida Martim,
Rosely Moisés da Rocha Ramos,
Olavo Aparecido Nunes,
Alessandra Carla Biazim,
João Alberto Belato,
Maria Edi Schutz Fassina,
Apenzeler Dutra Carneiro,
Valmir Aparecido de Souza Barros,
Erlon Eustasio Ferraz,
Fernanda Cunha Charlier,
Oscar Tadeu Cação da Cunha,
Aparecida da Silva Ortiz,
Leonardo Salgado Soldati,
Ana Carolina Felício,
Paulo Cesar Salviano,
José Manuel Sejopolis,
Marta Abdo Merlone dos Santos Courbassier,
Marcelo Cavalcanti da Rocha Maciel,
Marci Fernandes de Deus,
Aquilina Vieira Lima Corsino,
João Batista Fernandes Duarte,
Egberto Hernandes Blanco,
Vantuil Domingues de Freitas,
Fabrizio Tadeu Severo dos Santos,
Núbia Romero,
Bruno Higa Neto da Silveira,
Marco Antonio Veronese,
Gabrielle Wanderley de Abreu Abrão,
João Maria da Silva Ramos,
Sérgio Tavares de Melo Burle,
José Luiz de Franca Beserra,
Juliano Quadro Cacho,
José Ricardo Merini,
Andressa Espírito Santo,
Thaís Morais Salomão,
Regina Higa Neto da Silveira,
Rubens Mochi de Miranda,
Rogerson Rimoli,
Sandra Tereza Corrêa de Souza,
Juliana Marques da Silva,
Luana Boff,
Marcelo Medeiros Barbosa,
Yrama de Barros Nonato,
Maria Alice Leal Fattori,
Nadia Talayeh dos Santos,
Patricia de Andrade,
Maria Alice Mendes Silveira,
Sarita Franco da Silva,
Gildete Maria Vieira,
Larissa Maciel Tavares,
Tânia Mara de Arruda,
Maria de Fátima Andrade,
Délia Maria Anchieta,
Mário Sérgio de Abreu Santos,
Lucila Antunes de Souza,
Deborah Silveira Nunes.

*Colaborou Tatyane Gameiro

Oreslene Magalona Amaral dos Santos Florentino

CAMPO GRANDE

Associação promove corrida e caminhada para conscientizar sobre o autismo; saiba como se inscrever

3ª. Corrida e Caminhada da AMA será realizada no domingo, em comemoração do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

01/04/2025 16h15

Foto: Divulgação

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Nesta quarta-feira se comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo; a data foi instituída pela ONU em 2007 para estimular o conhecimento sobre o assunto e é levantando essa bandeira que a Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) convida a população da capital para participar da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA no próximo domingo

“O Transtorno do Espectro Autismo (TEA) não é uma doença, é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório de interesses restritos que não têm cura.”

Quem informa é a assistente social Divina Oruê, que atua na Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) e, ao lado de André Luiz de Oliveira, professor da instituição, é responsável pela organização da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA, a ser realizada no próximo domingo, a partir das 6h30 da manhã, no estacionamento da Assembleia Legislativa (Parque dos Poderes), com início da prova às 7 horas.

EMPATIA E RESPEITO

A corrida é o principal evento realizado pela entidade para marcar o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado nesta quarta-feira, 02 de abril, e instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2007 com o objetivo de estimular o conhecimento sobre o TEA, bem como a importância do diagnóstico precoce e do tratamento.

O tema escolhido pela ONU para mobilizar a população global em torno do assunto - “Informação gera empatia, empatia gera respeito” - reveste ainda de mais importância o depoimento acima da assistente social e a realização da corrida.

“O foco principal é a divulgação sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, para diminuir o preconceito e abranger o conhecimento da população. Todo recurso arrecadado será destinado para manutenção da instituição”, afirma Divina, comentando a corrida, que deve reunir - entre atletas mais experimentados e a população em geral, incluindo autistas e seus familiares - em torno de 1.500 participantes. 

“A iniciativa da corrida surgiu da necessidade de criar um evento que fosse capaz de chamar a atenção para a causa do autismo, promovendo conscientização e inclusão. A ideia inicial era fazer algo diferente e impactante que alcançasse esse objetivo, visando o mês em que se comemora o Dia Mundial sobre a Conscientização do Autismo. Foi um desafio bastante grande os detalhes logísticos, a escolha do local, a definição do percurso, a organização da infraestrutura e a parceria dos serviços”, conta Divina.

As inscrições se encerram amanhã e podem ser realizadas pelo site https://www.kmaisclube.com.br/ ou pelo número 67 99267-4088, com valores de R$ 60 (doadores e 60+), R$ 80 (caminhada 3km) e R$ 100 (corrida 5km e 10km) para o terceiro lote.

São 11 categorias por idade entre 16 e 69 anos, além da categoria para participantes a partir dos 70 anos. A retirada dos kits, no próximo sábado, poderá ser feita das 9h às 17h na sede da AMA - Av. Bandeirantes, 215, bairro Amambai.

Os kits incluem camiseta, número de peito e chip individual para acompanhamento da performance, além de brindes.

“As inscrições foram abertas em dezembro e a equipe trabalhou bastante para promover a corrida e atrair participantes. A cada ano, a corrida tem alcançado sucesso, com um aumento no número de inscrições. Isso demonstra que a iniciativa está alcançando seu objetivo de promover conscientização e inclusão sobre o autismo”, avalia a assistente social.

A AMA

A Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande foi fundada em 1990 por um grupo de acadêmicos de Psicologia da FUCMAT e, após dois anos de estudos, foi apresentada à sociedade campo-grandense, no I Encontro Sul-Mato-Grossense de Autismo.

“A AMA oferece um espaço preparado e minuciosamente adaptado às necessidades do nosso público, o que colabora para a qualidade do atendimento prestado a todos”, apresenta Divina, que lista a série as várias frentes de atuação da entidade.

“Saúde, educação e assistência social, atendendo crianças, adolescentes, adultos e os seus familiares, e oferecendo às pessoas com autismo, atendimentos diferenciados: atendimento educacional especializado (AEE), educação física, dentista, nutricionista, psicologia, musicoterapia, fonoaudiologia, capoeira, oficinas de artes, teatro, mídias sociais e os grupos onde todos as pessoas com TEA podem participar e desenvolver suas habilidades e talentos.”

No total, a AMA atende regularmente 166 pessoas com autismo e seus familiares, contando para isso com uma equipe de 33 profissionais - entre médicos, professores, pessoal do administrativo, cozinha e serviços gerais.

O objetivo é “de promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionadas à melhoria de qualidade de vida da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, e à construção de uma sociedade justa e solidária”, segundo a colaboradora da AMA.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Divina destaca o papel que as políticas públicas têm desempenhado no segmento. “A AMA reconhece os avanços significativos nas políticas públicas destinadas às pessoas com TEA em Campo Grande e no Mato Grosso do Sul. Iniciativas recentes refletem um compromisso crescente com a inclusão e o bem-estar dessa população”, afirma.

“Em 2024, por exemplo, Campo Grande se destacou ao anunciar a implementação de espaços sensoriais nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Coronel Antonino e Universitário. Esses ambientes foram projetados para oferecer um atendimento mais humanizado às pessoas com TEA, reduzindo estímulos sensoriais e proporcionando maior conforto durante o atendimento de urgência e emergência”, argumenta Divina.

Para fazer doações em dinheiro para a AMA: Caixa Econômica Federal, Ag: 1108, Conta Poupança: 52326-9, Operação: 013; ou por PIX: 26.824.425/0001-09.

Sinais comuns na criança com autismo

  • Brinca ou usa o brinquedo de forma incomum;
  • Choro ou risadas inapropriadas;
  • Dificuldade com a mudança de rotina;
  • Apego a objetos inusitados;
  • Hiperatividade;
  • Dificuldade em relacionar com pares da mesma idade;
  • Ausência da fala ou fala ecolálica;
  • Sensibilidade a alguns sons;
  • Ausência de consciência do perigo;
  • Baixa tolerância à frustração

MÚSICA REGIONAL

Márcio de Camillo canta músicas de Geraldo Rocca em seu novo trabalho

Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar

01/04/2025 10h00

"O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum" Foto: Divulgação/Márcio de Camillo

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Recebo mensagem de Márcio de Camillo me avisando sobre seu novo trabalho. “Márcio de Camillo canta Geraldo Roca”. Um show ao vivo que virou disco e já está disponível nas plataformas digitais.

Aproveito a estrada entre a minha casa e o trabalho para ouvir o disco. Ouvir Roca na voz de Camillo é quase um delírio. Uma surpresa, uma saudade imensa, muitas lembranças. Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar.

A praia pantanal me serve de ponte para unir, em mar aberto imaginário, o Rio de Janeiro – lugar de nascimento – ao coração do Brasil, onde Geraldo Roca se fez e se desfez desse plano. Seu coração, irrigado por sangue pantaneiro, fazia dos campos alagados, das fronteiras paraguaia e boliviana seu berço metafísico. E foi assim sempre.

Talvez isso também sirva pra explicar por que a passagem meteórica dele por aqui tenha início figurado e fim real nestas plagas, onde aprendemos desde cedo a sonhar em Guarany e poemar em Manoelês.

Os carros passam por mim em alta velocidade. Eu ouço Camillo cantando Roca. E me transmuto. O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum. Não, Geraldo não cabe em uma única caixinha. E Márcio sabe disso. 

Às vezes, ele encarna um bardo. Um Dylan pantaneiro em letras incomuns, longas e lisérgicas. Em outras, reúne numa só figura a essência folk de Crosby, Still, Nash & Young. Mas nesse universo BeatFolkPolkaRock há espaço para a mansidão de um Caymmi fronteiriço, para a sutileza urbana de um Jobim. Geraldo, como eu disse, não cabe numa caixinha.

E tudo isso se transforma em mais, muito mais, na homenagem à altura dos arranjos, das violas, da flauta, do celo reunidos por Márcio de Camillo nesse show que vira disco e que se torna eterno de agora em diante. Pra gente não se esquecer. Nunca. 

Quando Geraldo Roca decidiu sair de cena, fechar as portas desse mundo, que já lhe arreliara o suficiente, era muito cedo pra isso. Foi o que todos pensamos. Mas ele era dono de seus próprios rumos. Sua poesia e sua música seguem aqui. Pra nossa sorte, a desassossegar nossos ouvidos e almas. Agora, mais ainda, na voz também infinita de Márcio de Camillo. 

P.S.: Márcio. A foto da capa é uma obra de arte. É você nele... É ele em você. Uma fusão, uma incorporação. Cara... que disco!!!

Brasília, 25/3/2025

"Souber ler a música de fronteira"

O cantor, compositor e instrumentista Márcio de Camillo estreou o show “Do Litoral Central do Brasil: Márcio de Camillo Canta Geraldo Roca”, no Teatro Glauce Rocha, no dia 24 de setembro de 2024. Com direção de Luiz André Cherubini, o show é uma homenagem ao “cantautor” Geraldo Roca, falecido em 2015, considerado um dos principais compositores da música regional de Mato Grosso do Sul.

Roca é autor, em parceria com Paulo Simões, da música “Trem do Pantanal”, sucesso na voz de Almir Sater. Considerado maldito por seus pares, era chamado de príncipe por Arrigo Barnabé. Sua produção musical pode ser considerada pequena, se tomarmos como referência a quantidade de composições e discografia, mas analisada a fundo, perceberemos um artista de voz potente e marcante, com composições inspiradas e profundas.

São polcas, rocks, chamamés, guarânias e até baladas, e Márcio de Camilo, amigo e admirador de Roca, aprofundou-se na pesquisa para definir o repertório como “uma panorâmica deste artista reverenciado, cantado e gravado por amigos que, assim como ele, fizeram parte da ‘geração de ouro’ da música pantaneira sul-mato-grossense: Paulo Simões, Alzira E, Geraldo Espíndola, Tetê Espíndola, Almir Sater, entre muitos outros”, como afirma Camillo.

“Além de um músico que eu admirava muito, não só como compositor, mas como violonista, violeiro e cantor, Roca influenciou muito a música da minha geração”, conta o músico. “Além disso, ele era meu vizinho, morava em frente à minha casa. A gente saía para jantar, para conversar, éramos amigos. Conheço a obra dele e vejo a obra dele na minha, compusemos uma canção juntos, em parceria com outros compositores, chamada ‘Hermanos Irmãos’”, relembra Camillo.

“Também dividimos uma faixa no CD ‘Gerações MS’ chamada ‘Lá Vem Você de Novo’. Roca é referência e pedra fundamental na construção da moderna música sul-mato-grossense. Ele soube ler a música de fronteira, mesclando elementos do rock, do pop, do folk, criando um estilo único. Ele é um verdadeiro representante do folk brasileiro”, conta.

A arte visual do show, com fotos feitas por Lauro Medeiros, foi baseada no álbum “Veneno Light”, que Geraldo Roca lançou em 2006. A foto principal de divulgação do show faz referência direta à capa deste álbum, cuja foto original é assinada pelo cineasta Cândido Fonseca. (Da Redação)

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