Vai longe o tempo da tal “fidelidade partidária”.
O que mais se vê, hoje, nos eventos políticos, são candidatos se esquivando de falar os nomes dos candidatos majoritários. Quando se fala em presidente da República, então, a maioria sai pela tangente. Alguns falam só o número, e bem baixinho. Outros alegam que a decisão é do eleitor. Como diria vovó, indignada que só: “Ué! O velho e manjado voto camarão está de volta?
Que coisa, hein?
Ester Figueiredo
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