No apagar das luzes, assessores especiais ganharam, nada mais, nada menos, do que a efetivação em cargos estratégicos na chamada “casa do povo”. Tudo debaixo do maior quieto, para escapar das vistas dos, digamos, “donos da justiça”. Há quem garanta que “trem da alegria” é pouco para nominar essa atitude imoral. O correto mesmo seria realizar concurso público. Mas, porém...
Ester Figueiredo