Ainda está dando o que falar a efetivação de grupo de funcionários apaniguados em certo poder. Tudo feito debaixo do maior quieto, desrespeitando a legislação vigente. Sem contar o desrespeito aos colegas que ficaram fora da “armação”. E a conta será paga com o meu, o seu, o nosso dinheirinho. Como diria vovó: “Quem tem padrinho não morre pagão”. E sai de baixo!
Ester Figueiredo