Há quem garanta que o imbróglio na Fundação de Cultura de MS ainda poderá render “pano pra manga”. E que existem muito mais coisas, digamos, fora dos padrões éticos do que apresentam as apurações. Como, por exemplo, a prática de certos membros do Conselho do FIC, que usavam laranjas para apresentar projetos em benefício próprio. E que eram, claro, sempre aprovados para receber recursos.
Ester Figueiredo
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