As sete cadeiras de conselheiros do Tribunal de Contas de MS – quatro nomes escolhidos pela Assembleia Legislativa e três pelo governador, sendo duas dessas saídas de lista tríplice –, em sua maioria, sempre foram utilizadas em acertos políticos, algumas inclusive negociadas de acordo com interesses um tanto quanto estranhos. E hoje, dizem, aquela Corte Fiscal estaria se transformando no braço de um partido. Será?
Ester Figueiredo
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