A propina, não importando o valor do numerário, sempre teve apelidos no diminutivo, conforme demonstrado em outros escândalos que explodiram aqui e acolá. O “cafezinho”, que não é tão novo assim, além de “coisinha”, já foi chamado também de “docinho” e até de “quinzinho” (15%). Como bem diria vovó: “Enquanto a gente trabalha, esse povo fica só armando”.
Afe!
Ester Figueiredo
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