Dois ingredientes levaram os empresários do setor de transporte coletivo de Campo Grande a desistirem de pedir aumento da tarifa neste ano: diminuição do ICMS do diesel, de 17% para 12%, e a insatisfação geral nas ruas, diante da crise econômica. Mais: o serviço reservado da polícia interceptou “salve” de dentro dos presídios, ordenando badernaço em caso de reajuste. Afe!
Ester Figueiredo
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