Há guerra surda nos bastidores forenses que poderá, mais tarde, fazer muito barulho entre juízes. Um sente-se vítima de perseguição de colega, por causa de um despacho que contrariou o interesse do outro. O pior é que o tal colega teria nomeado um “chegado” para cuidar de inventário, que rende R$ 30 mil por mês. O caso foi parar no Conselho Nacional de Justiça e está “fervendo” lá pelas varas do fórum. Ai, ai, ai!
Ester Figueiredo
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