Prefeito de cidade do interior “pintou e bordou” – para não dizer outra coisa – com recursos descontados dos servidores municipais para quitar empréstimos consignados. Dito-cujo cobrou os valores na folha de pagamento, mas não fez o repasse às instituições bancárias. Aí, funcionários foram parar no Serasa, com nomes negativados. Há até queixas na polícia.
Pode?
Ester Figueiredo
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06/02/2025 00h01
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