Vereador até que tentou usar a palavra, com o objetivo de elogiar professores que se encontravam na Casa, na maior tranquilidade, diferentemente dos contumazes agitadores. Mal abriu a boca para fazer o pronunciamento e a baderna começou, com gritos e assovios da categoria. Diante da agressividade demonstrada, ele enfiou a viola no saco e sentou-se. Ô louco!
Ester Figueiredo
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06/02/2025 00h01
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