Figurinha era só elogio para cabeça coroada, e “ai” de quem ousasse fazer qualquer comentário contrário. Depois, como o “chefe maior”, começou a virar a casaca, tratou de acompanhá-lo e, agora, são só loas e mais loas endereçadas a ocupante de cadeira poderosa. Só falta começar a chamar subalternos em sua sala para, digamos, voltar a fazer ameaças e exigir fidelidade ao novo amigo. Afe!
Ester Figueiredo
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