Barnabé do primeiro escalão está caminhando no fio tênue entre o que é regular e o abuso eleitoral. A dita-cuja tem aproveitado cursos bancados com dinheiro público para tentar “vender” a imagem do “chefe”, que está na disputa eleitoral. Basta apenas fazer uma varredura nas mídias sociais, para dar de cara com “a marca do batom”.
Ester Figueiredo
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