Nas esquinas de Campo Grande, e não apenas na área central, continua a aumentar o número de pessoas pedindo esmolas. O poder público alega que nada pode fazer, pois, para atendê-las, elas têm de querer sair das ruas. Com essa desculpa, os responsáveis cruzam os braços e seguem o provérbio português: “Deixa estar, para ver como é que fica”.
Fausto Brites
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