A classe política em Mato Grosso do Sul está agitada que só. Faltando ainda 15 meses para escolha de candidatos à majoritária e proporcionais nas convenções, os nervos andam à flor da pele. Os mais observadores têm uma explicação: uns querem salvar o mandato, outros estão pensando em voos mais altos e há aqueles que sonham com um bom cargo no futuro. Daí o porque de tantas ameaças de “rompimento”.
Ester Figueiredo
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