Com duas notas fiscais suas, de R$ 1,6 milhão, que seriam frias e entregues pelos “irmãos açougueiros” aos procuradores da República em delação premiada, conhecida figurinha anda abatida que só pelos corredores. Dizem que se dava um boi para não entrar numa briga, terá que dar uma boiada, não para ficar, mas para escapar dela. As investigações estão apertando o laço do garrote e dizem que “o sonho de sentar-se em cadeira mais portentosa corcoveia”.
Ester Figueiredo
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