Atento observador fez as contas e verificou que cabecinha coroada, em dez meses de gestão, perdeu cinco secretários. Isso equivale a dizer que, a cada dois meses, um deles “caiu fora”, não deixando de ser algo preocupante em razão, entre outras coisas, da descontinuidade do trabalho, mesmo que – conforme dizem – a centralização seja uma das marcas da tal gestão. “A celeridade nas baixas só fica atrás dos novos buracos que disputam espaço com os antigos”, observou um cidadão. É, pode até ser...
Ester Figueiredo
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