Deputado mudou de ideia sobre a instalação de CPI para apurar possíveis rombos na previdência de MS e defende, agora, que seja realizada auditoria. Justificou sua mudança de plano: recesso de fim de ano batendo à porta; o trabalho de parlamentares só volta em fevereiro de 2018 e fica paralisado em razão do Carnaval, sem contar que é ano eleitoral, quando as excelências percorrem as bases atrás de votos. Aí fica difícil tocar uma CPI, concluiu. E põe difícil nisso!
Ester Figueiredo
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