Parlamentar faz questão de afirmar, com todas as letras, que o tal fundo partidário não passa de “conto de fada” para quem é candidato. Segundo ele, a dinheirama toda – que não é pouca – fica sendo “propriedade única e exclusiva” de quem é “dono” da legenda, em nível nacional. Sabe-se, por outras fontes, que serve inclusive para bancar vida nababesca de alguns dos presidentes das tais agremiações partidárias. Pode?
Ester Figueiredo
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