No primeiro turno, candidato à reeleição saiu em socorro financeiro e político de integrante de outra legenda, que estava com o mesmo propósito de voltar à capital federal, em casa legislativa diferente. É claro que a dobradinha foi feita na surdina, pois era o mais puro caso de infidelidade partidária. Encerrada a apuração, o primeiro ficou catando papel ao vento, enquanto o segundo ganhou mais quatro anos em Brasília. Como se vê, nem sempre vale o custo-benefício.
Ester Figueiredo
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