Parlamentar reeleito sentiu que, mesmo contando com o, segundo dizem por aí, “peso da máquina”, não tem convencido os seus eleitores e parecia ter entendido o recado das urnas. Diante do decréscimo dos números, que poderia piorar na próxima eleição, teria aceitado cargo no Executivo. Mas consta que a negociação travou, porque dito-cujo exigiu, futuramente, sentar-se numa cadeira po-de-ro-sa.
Ester Figueiredo
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