Corre o risco de perder quem apostar que partido sairá da mão de conhecida dupla. Há muito, mas muito mesmo, ambos atuam juntos e não abrem o flanco para ninguém, muito menos permitem que “estranhos” integrem a executiva, que é quem dá as cartas. Em outros carnavais, quando derrotados na empreitada, fechavam-se em copas; quando vitoriosos, abriam balcões de negócios, principalmente atrás de cargos. E assim vão, digamos, sobrevivendo.
Ester Figueiredo
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