Parlamentar passou por prova de fogo ao comandar trabalhos na ausência do presidente titular. Quase foi “engolido” pelos colegas mais afoitos e interessados em gerar dor de cabeça para o governador, na votação de projetos de autoria do Executivo. Faltou a ele, segundo alguns dos seus colegas, e como diria vovó, “certo traquejo”. A sorte é que conseguiu ajuda, digamos, “dos universitários”. No final, todos saíram sãos e salvos.
Ester Figueiredo
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