A coisa funcionou da seguinte forma, em recente caso: telefonema foi dado para “barnabé” graduado, que ouviu o “singelo pedido” para arrumar uma vaga em determinada autarquia. A contemplada participou da conversa e, ainda, fez questão de escolher a filial mais próxima de sua residência. Como diria vovó: “Quem tem padrinho não morre pagão!”.
E sai de baixo...
Ester Figueiredo
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06/02/2025 00h01
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31/01/2025 00h01
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