Em cidade do interior de MS, o pai é secretário de Obras e o filho é diretor de Trânsito, subordinado àquele órgão. O segundo, inclusive, é policial militar cedido à prefeitura pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública, que paga os seus salários. O arranjo familiar não passou em brancas nuvens para o Ministério Público, que abriu inquérito civil e apurou caso de nepotismo. Assim, deu prazo de 10 dias para que um ou outro seja exonerado, mesmo que o rebento não receba salário da prefeitura.
Ester Figueiredo
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