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Galinha Pintadinha: do acaso no YouTube à tela grande, 20 anos depois

Criadores Juliano Prado e Marcos Luporini contam como um vídeo rejeitado pela TV virou fenômeno brasileiro e, duas décadas depois, chega ao cinema

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Há vinte anos, ninguém precisava apenas mandar um link. Era necessário explicar o que aconteceria depois do clique. Quando Juliano Prado e Marcos Luporini terminaram o primeiro vídeo da Galinha Pintadinha, em 2006, queriam apresentá-lo a produtores de televisão.

Juliano não conseguiria estar na reunião em São Paulo e a alternativa seria mandar o material de Campinas por motoboy. Resolveu experimentar uma novidade chamada YouTube. “Você vai clicar aí e vai passar um vídeo direto no seu browser”, lembra ele, rindo hoje da explicação que parecia necessária naquele momento.

O vídeo foi mostrado e não interessou ao canal. Juliano perguntou se já podia apagá-lo e ouviu que sim. Não apagou. O que aconteceu depois transformou aquela pequena desobediência digital em uma das histórias mais improváveis do audiovisual brasileiro. O público encontrou a Galinha antes que a indústria percebesse que havia alguma coisa acontecendo ali.

Vieram novos clipes, uma primeira tiragem de mil DVDs — quantidade que os dois já considerariam uma vitória se conseguissem vender —, distribuição nacional, produtos licenciados, outras plataformas, outros países e gerações inteiras de crianças.

Duas décadas depois, a personagem chega a um território que, de certa maneira, parecia muito mais distante em 2006 do que o próprio YouTube: a tela do cinema. Galinha Pintadinha: O Filme estreia em 1º de outubro celebrando os 20 anos de uma personagem que nasceu digital antes mesmo do termo fazer parte da nossa rotina e chega ao cinema depois de sobreviver não apenas à passagem do tempo, mas a uma transformação completa na maneira como crianças assistem, escolhem e repetem aquilo de que gostam.

Juliano gosta de lembrar que o primeiro vídeo surgiu quase no final da era do VHS, quando o DVD ainda não estava na casa de todo mundo e não existia iPhone. Naquele momento, produzir para a internet não parecia uma estratégia de futuro.

“Era um mercado meio marginal. Não era televisão, não era cinema, não era TV a cabo, não era nada. Só que estava acontecendo por ali”, lembra. E estava mesmo.

A Galinha Pintadinha cresceu até se tornar uma das propriedades infantis brasileiras de maior alcance, atravessando plataformas, idiomas e países sem deixar de permanecer sob o controle de seus criadores.

Juliano Prado e Marcos Luporini continuam à frente da marca por meio da Bromelia Produções, numa trajetória pouco comum em um mercado no qual propriedades de sucesso frequentemente acabam absorvidas por grandes conglomerados. Mais curioso ainda é perceber que a Galinha não precisou permanecer exatamente a mesma para continuar reconhecível.

Marcos conta que nem mesmo o visual hoje imediatamente identificável surgiu pronto. A personagem foi sendo construída por várias mãos, como costuma acontecer na animação. A primeira pessoa a pintá-la de azul foi a artista Ana Paula Indalêncio. As pintinhas, a forma e os demais elementos foram sendo refinados ao longo dos anos.

“Não somos o Maurício de Sousa da Galinha Pintadinha”, diz Marcos, justamente para ressaltar essa construção coletiva. Ainda assim, reconhece nele uma referência inevitável para qualquer pessoa que trabalhe com animação no Brasil. A simplicidade do desenho, as cores chapadas e a facilidade de identificação fazem parte dessa tradição. Hoje bastam uma galinha azul, bolinhas brancas e uma crista vermelha para que uma criança saiba quem está vendo.

Mas talvez a verdadeira força da personagem não esteja apenas no desenho. Está na música. Desde o começo, o projeto se apoiou no cancioneiro popular brasileiro, repertório que Marcos considera uma das grandes riquezas culturais do país. São músicas que chegaram até nós atravessando décadas — algumas, séculos — antes mesmo de dependerem de qualquer registro audiovisual. “Imagina o que é para uma música não ser esquecida sem precisar ser escrita”, diz.

                 Divulgação

A Galinha Pintadinha acabou funcionando como uma nova ponte para esse repertório. Pais e avós reconheceram músicas da própria infância enquanto as crianças passaram a conhecê-las pelo YouTube, pelo DVD, pelo streaming e, agora, pelo cinema. Essa talvez seja uma das razões de a marca ter adquirido algo que seus criadores definem hoje como uma característica transgeracional.

“O avô canta, o tio canta, a música já é isso. E agora a Galinha tem 20 anos”, observa Juliano. Ele já percebe adolescentes e adultos dizendo que querem assistir ao filme, mesmo quando precisam brincar que vão “pegar uma criança emprestada” para justificar a ida ao cinema.

A geração que conheceu os primeiros vídeos cresceu e alguns já levam os filhos. Isso cria para a Galinha Pintadinha uma situação curiosa: seu público principal continua se renovando rapidamente porque crianças pequenas crescem e deixam aquela fase, mas a personagem começa a acumular também a memória afetiva de quem já passou por ela. “Por 20 anos, a gente passou aquela barreira em que acabou a novidade e acabou a Galinha”, diz Juliano.

O cinema talvez seja a maior prova disso. A ideia de fazer um longa não surgiu de repente. O projeto levou cerca de cinco anos, e os criadores dizem que esperaram até sentirem que a marca e eles próprios haviam alcançado maturidade suficiente para enfrentá-lo. Havia ainda um risco que queriam evitar. “A gente não queria fazer um filme oportunista, só pegar e dar uma arremessada nas coisas que já tem”, diz Juliano.

Transformar pequenos clipes musicais em uma narrativa capaz de sustentar pouco mais de uma hora exigia reaprender a trabalhar com personagens que durante anos funcionaram perfeitamente em poucos minutos.

A experiência mais próxima havia sido o teatro, mas sua linguagem também era completamente diferente. O filme precisava ser, de fato, um filme, e precisava manter a atenção de uma geração que nasceu cercada por múltiplas telas, vídeos curtos e escolhas instantâneas.

Talvez por isso seja especialmente simbólico levar a Galinha para uma sala escura onde a experiência volta a ser coletiva. Juliano vê justamente aí um dos encantos do cinema para crianças: elas estão diante de uma única história, em um espaço concebido para a imersão e cercadas por outras pessoas vivendo a mesma experiência.

Visualmente, a mudança também é grande. A personagem deixa o universo essencialmente 2D e chega ao longa em animação 3D. Marcos admite que o processo traz limitações completamente diferentes. Em 2D, se é necessário um castelo, desenha-se um castelo.

No 3D, é preciso construí-lo: modelagem, textura, detalhes, luz. Ainda assim, considera essa transposição um dos grandes méritos do filme. “Você olha e vê o personagem 2D ali em 3D, com textura, tudo. Acho que é um dos trunfos do projeto.”

A equipe evitou, porém, uma estética que aproximasse demais o filme de um videogame. Juliano explica que buscaram uma linguagem que também dialoga com o stop motion, inclusive na maneira como os personagens se movimentam e são enquadrados. A escolha faz parte de uma decisão maior: encontrar uma identidade própria em vez de tentar competir visualmente com aquilo que os grandes estúdios internacionais fazem.

Marcos é direto sobre isso. Para ele, entrar numa disputa para fazer algo simplesmente parecido com uma grande produção da Pixar não faria sentido. “É uma luta muito desigual. Não é inteligente. Então vamos pelo nosso caminho.”

E o caminho escolhido também aparece na história. No longa, a Galinha Pintadinha e o Galo Carijó esperam o nascimento de seu primeiro filho. Uma troca de ovos faz o Pintinho Amarelinho acabar no ninho do Gavião, enquanto outro filhote chega à família da Galinha.

Antes de chegar a essa ideia, muita coisa foi considerada. Uma das possibilidades era usar uma criança que atravessaria um portal para entrar no universo da personagem. O problema, segundo Marcos, era que naquele momento o cinema parecia viver “um surto de portais”. Descartaram.

A inspiração para a troca dos ovos veio de um lugar surpreendentemente adulto. Marcos se lembrava de reportagens sobre bebês trocados em maternidades e da pergunta que sempre lhe vinha ao assistir àquelas histórias: como duas famílias voltavam a viver normalmente depois de criar, durante algum tempo, o filho uma da outra? “Você está ligado para sempre com aquela criança. Não tem mais jeito. E tem outra família que cuidou do seu filho.”

Dentro de uma aventura infantil, essa premissa permitiu falar de diferenças, aceitação, cuidado e pertencimento sem transformar o filme em uma aula. “Dá para falar de diferença, dá para falar de aceitação, dá para falar de várias coisas”, explica Marcos.

Juliano destaca outra preocupação: manter a própria Galinha no centro da ação. Pode parecer óbvio num filme que leva o nome dela, mas não é tão simples quando existe um universo cheio de outros personagens. Para os criadores, era importante que ela não fosse apenas alguém cercada por personagens que resolvessem os problemas em seu lugar. É a maternidade que a coloca em movimento e, ao longo da aventura, também a transforma.

Há humor, música e personagens familiares, mas existe uma camada emocional que conversa de maneira diferente com os adultos que acompanham as crianças. Para quem viveu recentemente o nascimento de um filho, observa Juliano, algumas dessas emoções estarão especialmente próximas.

O longa chega ainda num momento quase perfeitamente coreografado. Ao mesmo tempo em que a Galinha Pintadinha completa 20 anos e estreia no cinema, uma área temática dedicada à personagem acaba de ser inaugurada no Beto Carrero World. São projetos independentes, desenvolvidos durante quatro ou cinco anos, que acabaram chegando ao público praticamente juntos. “Se a gente tivesse contratado a NASA, talvez não desse tão certo”, brinca Marcos.

Ele diz que, neste momento, prefere pensar no filme como celebração. Já existe interesse do mercado em novas possibilidades para esse universo visual, inclusive uma eventual série, mas os criadores parecem menos interessados em anunciar os próximos 20 anos do que em desfrutar os primeiros. “Agora a gente está pensando mais nas férias mesmo. Celebrar e tirar férias.”

Talvez tenham direito. Afinal, houve um tempo em que o sonho era vender mil DVDs. Agora, Juliano e Marcos chegam a uma sala de cinema e encontram crianças, adolescentes e adultos diante de uma galinha azul que, por muito pouco, poderia ter desaparecido quando alguém disse que aquele vídeo já podia ser apagado.

No fim da entrevista, pergunto a Marcos se, depois de ouvir as mesmas músicas durante duas décadas, ainda é possível escutá-las realmente como música ou se o “pó pó pó” já se instalou definitivamente em alguma parte do cérebro. Ele lembra da sessão recente, quando as canções tocavam enquanto o público entrava na sala. “Me traz um prazer imenso ouvir as músicas”, responde. “Eu não consigo enjoar delas.”

Vinte anos depois, talvez essa seja uma das explicações mais simples para tudo: eles ainda gostam da Galinha. E o público também.

Agenda Cultural

Fim de semana terá shows, teatro e exposição de artes em Campo Grande, agradando a diversos públicos

Programação entre hoje e domingo reúne atrações gratuitas e pagas, com opções para crianças, famílias, fãs de rock, teatro, artes visuais e música

02/10/2026 09h00

Foto: Divulgação

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O primeiro fim de semana de outubro chega a Campo Grande com uma programação cultural diversificada, que ocupa teatros, espaços públicos, centros culturais e casas de shows. Entre as opções estão o início da Mostra Cerrado Abierto, espetáculos infantis, exposição de artes visuais, apresentações musicais e noites dedicadas ao rock.

A agenda também reúne atividades para diferentes faixas etárias, desde a programação voltada às crianças até shows e eventos destinados ao público adulto. Confira os principais destaques.

CERRADO ABIERTO

A Mostra Cerrado Abierto – Fazendo arte com crianças de ontem, de hoje e de amanhã começa nesta sexta-feira e segue até o dia 9, com 15 atrações entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras. A programação é gratuita e reúne artistas e grupos de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás.

FOTO: GIL DOUGLAS

MOSTRA CERRADO ABIERTO

Programação segue até o dia 9, com 15 atrações entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras

Em uma edição especial chamada “Cerradinho”, a mostra propõe uma relação entre arte e infância a partir do brincar. A ideia é que crianças e famílias não sejam apenas espectadoras, mas participem das experiências, utilizando o corpo, os objetos, a memória e a imaginação como formas de criação.

Hoje, a programação começa pela manhã, com a oficina-instalação “Pés de Vento”, da Cia Dançurbana, na Emei Maria de Lourdes Vieira Castoldi. À tarde, na Escola Gappe, o grupo paulista Zumb.boys realiza a oficina “Jeito Zumb.boys”, seguida da apresentação de “Mané Boneco”.

A programação aberta ao público começa amanhã. Às 15h, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe “Mané Boneco”, do Zumb.boys. A intervenção parte do tradicional brinquedo brasileiro Mané Gostoso, boneco de madeira com braços e pernas articulados por cordões, para criar uma experiência que mistura dança, memória e brincadeira.

Às 15h30min, a palhaça Mixirica, personagem interpretada pela artista sul-mato-grossense Kelly Figueiredo, realiza um cortejo pelo Horto. A proposta é transformar o deslocamento pelo espaço em uma experiência de brincadeira, com movimentos, dança e interação com o público.

A mostra continua durante a semana, com apresentações da Cia Dançurbana, Circo do Mato, Ateliê do Gesto, Renda que Roda e Lagartixa na Janela, além de oficinas e atividades relacionadas às culturas indígena e popular.

O encerramento será no dia 9, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, com oficina de grafismo indígena, contação de histórias e uma roda de danças populares brasileiras.
Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras.

TEATRO INFANTIL

Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe “A Fabulosa História do Guri-Árvore”, do Grupo Fulano di Tal, que também integra a programação do Cerrado Abierto. A peça acompanha os irmãos Abílio e Palmiro, que encontram em um quintal um conjunto de objetos aparentemente sem utilidade.

A partir desse material, os personagens encontram uma espécie de dispositivo de memórias que os conduz à história de Bernardo, o Guri-Árvore. A montagem reúne referências da literatura e da cultura de Mato Grosso do Sul, incluindo personagens associados ao universo de Manoel de Barros, além de nomes como Lídia Baís, Wega Nery e Maria da Glória Sá Rosa.

O espetáculo utiliza teatro de objetos para aproximar o público infantil de uma ideia central da obra de Manoel de Barros: a possibilidade de transformar aquilo que parece pequeno, inútil ou banal em matéria de imaginação.
A classificação é livre e os ingressos gratuitos ficam disponíveis pela plataforma Sympla.

EXPOSIÇÃO

A Galeria Wega Nery, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, abre hoje, às 19h, a exposição “O que permanece em nós?”, do artista visual Wendel Fontes. A abertura terá apresentação do grupo Vozmecê.

A mostra reúne 21 pinturas e uma instalação sonora produzidas ao longo de aproximadamente três anos. As obras partem de cenas cotidianas, fotografias, imagens de filmes e referências encontradas na internet para construir representações em que memória, infância e imaginação se misturam.

Crianças aparecem nas pinturas em situações de brincadeira, descoberta e introspecção. A infância, no entanto, não é apresentada apenas como lembrança nostálgica. As obras utilizam perspectivas distorcidas, sobreposições, objetos deslocados e cores intensas para criar situações em que realidade e ficção se confundem.

A instalação sonora também trabalha com a ideia de memória. Uma árvore seca de aproximadamente 2,5 metros recebe latinhas de alumínio penduradas nos galhos, em referência à brincadeira do telefone sem fio.

Por meio da instalação, o público poderá ouvir relatos de pessoas idosas sobre suas memórias de infância.
A exposição permanece aberta até o dia 30. A programação educativa terá visitas guiadas e oficinas de construção de imagem poética amanhã e nos dias 10, 17 e 24, das 14h às 17h.

MÚSICA

Hoje, o Teatro Dom Bosco recebe o cantor e compositor Dani Black, às 20h, com a turnê “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo – O Maior Coral da Cidade”.

O espetáculo parte de dois momentos da trajetória do artista: o lançamento do álbum “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo” e a experiência que ganhou repercussão nas redes sociais, quando Dani Black convidava pessoas nas ruas para cantar sua música “Muda Tudo” em formato de coral.

Na apresentação, a plateia assume o papel desse coral, acompanhando o artista em canções do novo álbum, músicas conhecidas de sua carreira e faixas inéditas preparadas para a turnê. Dani Black estará acompanhado por músicos, tocando violão e guitarra.
Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

Ainda hoje, o Blues Bar recebe a banda Blaymorphed, especializada em repertório do Pearl Jam. O grupo realiza duas apresentações, hoje e amanhã, a partir das 20h. A programação inclui músicas como “Alive”, “Black”, “Jeremy” e “Even Flow”.

Amanhã, a Cervejaria Canalhas promove uma noite dedicada ao nu metal, com apresentações do System of a Down Cover Brasil e da banda Nu Metal Cover, em tributo ao Korn. O evento começa às 19h e reúne músicas de diferentes fases dos dois grupos.

ESPETÁCULO INFANTIL

O Teatro Glauce Rocha recebe hoje, às 19h, o espetáculo “Multiverso do Sonhar”. A montagem voltada para toda a família reúne personagens conhecidos do universo infantil, como Mickey, Minnie e Pateta, além de referências a “Toy Story”, “Frozen” e heróis da Marvel.

A história combina música, dança e humor em uma narrativa sobre amizade, coragem e a capacidade de acreditar nos sonhos. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

TERROR CINEMATOGRÁFICO

Para quem prefere cinema, o Sesc Teatro Prosa exibe hoje “A Praga”, dirigido por José Mojica Marins, o Zé do Caixão. O filme foi lançado em 2021 e acompanha Juvenal e Mariana, um jovem casal que encontra uma mulher durante uma viagem.

Depois de fotografá-la, Juvenal é atingido por uma maldição e passa a conviver com uma ferida que precisa ser alimentada com carne crua. A partir daí, a narrativa acompanha a transformação da vida do personagem, entre delírio e violência.

A sessão tem entrada gratuita, mediante retirada de ingressos pelo Sympla, e classificação indicativa de 16 anos.

CINEMA

O Shopping Campo Grande também reúne opções de lazer durante o fim de semana. Entre elas está o Adoleta Jump Park, instalado no estacionamento próximo ao Detran. O espaço ocupa 1.600 metros quadrados e reúne 22 atrações, entre circuito de obstáculos, rampas, escorregadores e estruturas para escalada.

A atração é indicada para pessoas a partir de 2 anos e funciona de terça-feira a sábado, das 16h às 22h, e aos domingos, das 16h às 21h. Os ingressos custam a partir de R$ 49,90.

Outra opção é a Arena Transformers, voltada para crianças de 2 a 13 anos. O espaço reúne piscina de bolinhas, escorregadores, cama elástica e estruturas infláveis inspiradas nos personagens da franquia.

A atração funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h. Os ingressos variam conforme o tempo de permanência.

Já o Cinemark tem entre os lançamentos da semana “Verity”, adaptação do livro de Colleen Hoover, e “Digger”, além de outros filmes em cartaz. Horários, classificações e ingressos devem ser consultados na programação do cinema.

ENCONTRO DELAS

Amanhã, o “5º Encontrinho da Isa” reúne mulheres em Campo Grande para uma tarde com música ao vivo, DJ, conversas e atividades de integração. O evento acontece das 15h às 22h e foi criado com a proposta de aproximar mulheres interessadas em fazer novas amizades.

A programação inclui banda ao vivo, DJ, mimos e outras atividades. A participação é exclusiva para mulheres e não exige que as participantes já façam parte da comunidade ou conheçam alguém antes do evento.
Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

Diálogo

Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (2)

02/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecília Meireles - Escritora brasileira

"Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade”.

FELPUDA 

Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja, o Capitão Contar revelou a participação decisiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, antes de ser preso. Por ser militar, Contar lembrou da disciplina nos quartéis de obediência e cumpriu as ordens de Bolsonaro para fazer as pazes com Azambuja e acabar de vez com as quedas de braço, mesmo “não se gostando”. No final, os dois selaram parceria na campanha eleitoral pela disputa das duas vagas ao Senado. Vamos ver no que vai dar...

Diálogo

Sem tempo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) não fizeram campanha em cinco Estados. Um deles é MS. Flávio esteve aqui na pré-campanha, quando participou da abertura da Expogrande. Outros Estados não visitados:  Tocantins, Rondônia, Acre e Espírito Santo.

Elas

O candidato a governador pelo PT, Fábio Trad, prometeu reservar 70% das secretarias para mulheres. Seria um feito histórico. Mas, para isso acontecer, ele precisa combinar,  muito bem combinado, com o eleitor para assumir o governo de MS. Senão...

Diálogo Amigas desde sempre: Marisa Serrano e Maria Aparecida Bueno - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoLázaro Ramos - Foto: Lu Prezia

Renovação?

Nos bastidores, persiste a conversa de que se confirmada a tendência do eleitorado, como indicaram as pesquisas realizadas para consumo interno dos partidos, a renovação será significativa. Assim, muitas “caras novas” deverão surgir no cenário político de Mato Grosso do Sul. Como diria vovó, parafraseando o genial poeta Vinicius de Moraes: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure...”

Sonho meu...

A “velha guarda” da política de Mato Grosso do Sul sonha em poder voltar, e com tudo, para Assembleia Legislativa.Isso com a eventual eleição de Londres Machado, o mais antigo de todos, André Puccinelli e também Jerson Domingos. Há quem garanta que eles não querem muitas coisas não, mas só o comando do Poder Legislativo. Londres já presidiu Assembleia por 12 anos e Jerson por 8 anos. Sei não...

Sem lei seca 

Neste domingo (4), a maior parte do país, incluindo Mato Grosso do Sul, não terá proibição estadual à venda  de bebidas alcoólicas no primeiro turno das eleições. A restrição vale em sete estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Piauí. Até agora, Ceará e Roraima ainda não definiram se vão adotar a medida.Em Goiás e no Tocantins, parte dos municípios terá proibição.  A lei seca eleitoral não é lei federal. Cada estado decide se adota a proibição. 

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. Joenildo de Sousa Chaves, 
  • Dra. Sandra Georges Sleiman Gomes, 
  • Roneu Moreira Brum, 
  • Eva Maria Cesar Oliva,
  • Fernando Veríssimo Baruta, 
  • Gilson José Portes da Silveira,
  • Dr. Elson Yamasato,
  • Otávio de Souza Escobar,
  • Jorge Alberto Caravajal Leite,
  • Hedil Amado Felicio,
  • Wanderley Herculano Olive,
  • Abelardo Teixeira Fraga,
  • Walter Pereira dos Santos,
  • José Raphael Fernandes Lins, 
  • Thiago e Silva Teruya,
  • Laércio Vendruscolo, 
  • Ana Paula do Souto de Arruda Alves, 
  • Henrique Xavier, 
  • Samuel de Arruda Farias, 
  • Dra. Ester dos Anjos Oliveira 
  • de Moraes,
  • Dra. Maithê Vendas Galhardo, 
  • Dr. Marcio Vieira Recalde, 
  • Kenia Pereira Ifran,
  • José Ivanir Ribeiro Durães,
  • Gilberto Fleuri Stefanelo,
  • Lucas Junot Dutra Morisson,
  • Alfredo Antunes Soares,
  • Jamil Rossetto Schelela, 
  • Antenor Balbinot Filho,
  • Arcendina Oliveira Silveira,
  • Carlos Eduardo de Souza Xavier,
  • Cristian Queirolo Jacob,
  • Durval Nunes da Silva,
  • Allan Oliveira Gutemberg,
  • Marta Maria Drumond,
  • Dalcia Rodrigues da Silva,
  • Eduardo de Paula de Souza,
  • Angela de Jesus Santana,
  • Edward de Figueiredo Cruz,
  • Mario Pasini,
  • Nelson Teruya,
  • Paulo Sergio Fluninhan,
  • Elias Torres Barbosa,
  • Dra. Maria Auxiliadora Loschi, 
  • Dr. José Carlos Carrato,
  • Priscila Papasidero, 
  • Ely Dias de Souza,
  • Evaldo Rodrigues Patricio,
  • Henrique João Ruas Pereira 
  • Coelho,
  • Jader Roberto de Freitas,
  • Ana Lúcia de Carvalho,
  • José Vander Lopes Batista,
  • Leandro de Souza Godoy,
  • Marcel Marques Santos,
  • Patrícia Senedes,
  • Marcelo Fernandes 
  • de Carvalho,
  • Mateus Bortolás,
  • Orlando Cesar Costa,
  • Pedro Ricardo da Silva,
  • Rafael Cavazzoni Lima,
  • Enio Villanova Torres,
  • Renato Chagas Corrêa da Silva,
  • Leontina Barbosa Alegre,
  • Angela da Silva Dias, 
  • Fabiano Espíndola Pissini, 
  • Camila Corrêa de Souza,
  • Elias de Araujo Alencar,
  • Francisco de Paula Ribeiro,
  • Munir Jorge,
  • Vânia Maria Brum,
  • Antonio Rodrigues Neto,
  • Marisa Júlia Coutinho,
  • Angela Maria Perez Donega,
  • Carmélio José dos Santos Filho,
  • Moysés Almeida Victório,
  • José Vieira Lopes,
  • Claudionor Teixeira,
  • Angela Regina Bobadilha,
  • Marco Aurélio Cardoso,
  • Marilene Machado da Silva,
  • Rosana Alves Correia, 
  • Angela Glória da Silva,
  • Luciene Aparecida Ferreira,
  • Andréia de Oliveira,
  • Jonas Pereira de Souza Neto,
  • Raimunda Rosa de Lima,
  • Milton Rodrigues Pereira,
  • Dr. Aguinaldo Pereira de Nadai,
  • Henry Harfuch,
  • Valdir Martinelli,
  • Ana Lucia Laburu,
  • Dr. Edvardes Carmona Gomes,
  • Maria Yolanda de Castelo Branco,
  • Raul Pertuzzatti,
  • Alcindo Ribeiro Vilela,
  • Rondinelio Corrêa de Gouveia,
  • Werner Hugo Dreyer,
  • Jeanete Bittencourt Maia,
  • Adair Martins Torres,
  • Marlene Oliveira Cunha Gregol,
  • Solange Pereira Queiroz Nantes,
  • Odair Serrano de Oliveira,
  • Paulo César de Arruda,
  • Welder Souza Mongelli,
  • Alexandre Alves Herculano,
  • Valdelice Sueli dos Santos,
  • Carolina Bergo Domingues.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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