A soja quase triplicou a sua área no cerrado entre dois mil e dois mil e vinte e dois, passando de sete vírgula quatro milhões de hectares em dois mil, dois mil e um para vinte e um vírgula quatro milhões de hectares nessa safra
Esta área representa onze por cento do cerrado e cinquenta e dois por cento da área da soja no Brasil. Os dados são do relatório de análise geoespacial do cerrado, o levantamento foi feito pelo agro satélite em parceria com a ABIOV.
A taxa média de crescimento da soja nesses vinte e um anos foi de seiscentos e sessenta e sete mil hectares ano, nas duas últimas safras dobrou, passando para um vírgula três milhão de hectares ano.
O relatório destaca que apesar do aumento significativo do desmatamento no cerrado entre dois mil e vinte e um e dois mil e vinte e dois que correspondeu o incremento de vinte e seis por cento é importante ressaltar que as taxas de desmatamento nos primeiros cinco anos do monitoramento do cerrado, dois mil e um a dois mil e vinte e cinco apresenta uma média de dois vírgula seis milhões de hectares anuais porém sofreram uma queda bastante significativa nos últimos cinco anos, entre dois mil e dezoito a dois mil e vinte e dois com média anual de oitocentos e dez mil hectares, ou seja, três vezes menor.
A expansão da soja no no cerrado caiu de onze por cento em cima da vegetação nativa entre o período de dois mil, dois mil e sete para quatro por cento entre dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. Então nos últimos oito anos, noventa e seis por cento da expansão da soja aconteceu em áreas já abertas antes de dois mil e quatorze.
Quanto a expansão da soja no cerrado consolidado que engloba Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e Paraná caiu de sete por cento em cima da vegetação nativa entre o período de dois mil e dois mil e sete para um por cento entre dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois
isso é nos últimos oito anos noventa e nove por cento da expansão da soja no cerrado consolidado se deu em áreas já abertas antes de dois mil e quatorze.
Notícias aí do CEPEA preços dos ovos e da tilápia estão em alta no mercado interno desde a primeira quinzena de fevereiro.
De acordo com dados do do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da ESALC USP os valores de ambos produtos atingiram recordes reais considerando as respectivas séries iniciada em dois mil e treze pra ovos e em agosto de dois mil e vinte e um para tilápia.
Os pesquisadores do CEPEA dizem que o impulso dos dois produtos vem da demanda bastante aquecida. Mas sobretudo da baixa oferta. No caso da tilápia os analistas consultados pelo CEPEA indicam que a proximidade do período de Quaresma tem intensificado a demanda por parte das redes de atacadistas e varejistas que já iniciaram a elaboração de estoques há algumas semanas.
O movimento de alta dos preços, tanto de ovos, quanto da tilápia, pode ser até intensificado nas próximas semanas devido ao início efetivo do período religioso.
Na produção de ovos o elevado custo de produção levou muitos agricultores a intensificar os descartes e poedeiras nos últimos meses, o que vem resultando em diminuição na oferta nas últimas semanas.
Segundo o CEPEA a tilápia, o ciclo de produção da tilápia é relativamente longo assim para um animal atingir o ponto ideal de abate são necessários cerca de seis meses.
Em agosto do ano passado, início do povoamento, várias frentes frias chegaram ao sul e sudeste, causando muita mortalidade na forma jovem da tilápia.
E consequentemente atrasos no início do alojamento de alevinos e juvenis.
Além disso, incertezas relacionadas a política e economia também fizeram com que os produtores diminuíssem o número de alevinos alojados.
Vamos falar sobre o frango agora, os analistas do Rabobank espera que o comércio internacional de frango se mantenha firme esse ano por conta da expectativa de oferta ajustada o que deve favorecer os exportadores.
De acordo com o relatório do Banco do Brasil, deve aumentar em três por cento o volume embarcado em dois mil e vinte e três em relação a dois mil e vinte e dois.
A grande preocupação, porém, é com a sanidade focos da influenza aviária chegaram à Colômbia e recentemente ao Uruguai.
Estão aqui na nossa fronteira pública. No mercado doméstico os analistas do Rabobank destaque que o frango foi a proteína mais beneficiada em consumo durante os dois anos de pandemia.
A alta do consumo per capita da proteína chegou a quase nove por cento para esse ano a expectativa é de que o frango volte a enfrentar a competição com a carne bovina devido ao aumento dos estoques de machos e a elevação dos abates de fêmeas.
O relatório do Rabobank enfatiza que o consumo de carne bovina registrou em dois mil e vinte e um o menor volume dos últimos dezesseis anos chegando a vinte e sete vírgula oito quilos per capita.
O Rabobank que projeta aquecimento de um vírgula cinco por cento na produção de carne de frango para o próximo ano no comparativo anual, sustentados principalmente pelo setor de exportação.