De olho na demanda crescente por cosméticos, uma empresa de Campo Grande, que nasceu há 23 anos, como farmácia de manipulação, decidiu investir quase R$ 1 milhão na implantação de uma indústria de itens de perfumaria, higene pessoal e protetores solares na Capital. É a primeira fábrica de cosméticos do Estado. O diferencial dos produtos, segundo a Pharmacêutica, será a acessibilidade – em média 20% mais baratos - proporcionada pela utilização de matéria-prima regional, como plantas do cerrado.
Mas há casos, como do protetor solar, que será o carro-chefe da empresa, em que o custo ao consumidor final chega a metade dos preços praticados hoje, no mercado. Enquanto algumas marcas chegam a ser vendidas a até R$ 70, um fator 60, por exemplo, o da indústria local vai custar entre R$ 30 e R$ 35.
O objetivo, segundo a sócia proprietária Fernanda Fialho é o de popularizar o uso do produto, hoje considerado essencial para evitar o câncer de pele. “Nosso Estado é o que tem maior incidência de raios ultravioletas do País e, infelizmente, o protetor solar hoje, não é acessível a todos”, aponta.
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