A forte presença de investidores locais e uma maior procura das classes C e D estão reaquecendo o mercado imobiliário de Dourados, que deve receber pelo menos oito grandes empreendimentos até 2013, em especial entre residenciais e comerciais. Diferentes de outras localidades, a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul vê o segmento sendo empreendido por pessoal “da terra”.
Para se ter uma ideia, nos últimos 18 meses, aproximadamente dois mil terrenos foram negociados para construções na cidade, segundo estimativas do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci/MS). “Hoje estamos com uma procura boa, em especial de pessoas das classes C e D, entre 25 e 35 anos. Já passou a euforia do ano passado, mas é um mercado mais equilibrado este ano”, analisou Luiz Fernandes Bodaz, conselheiro estadual e delegado regional do Creci em Dourados.
Ano passado, o mercado douradense estava mais aquecido, na opinião de especialistas, porém de forma desordenada, com procura quatro vezes maior que a oferta e preços exorbitantes. “Eram quatro compradores para cada imóvel que se colocava a venda. Hoje o mercado ficou mais estável, e os preços estão voltando a normalidade”, comentou Bodaz.
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