Ela ficou mais salgada e não foi por conta do tempero. A salada, em apenas uma semana, em Campo Grande, teve alta de até 50% em seus componentes. Até mesmo os adeptos apenas à mais básica - de alface e tomate - estão pagando mais caro, 20,4%, em média, segundo dados da Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa-MS).
E foi a chuva, ou melhor, a falta dela, é que pesou no bolso do consumidor. Por conta da seca, produtos como tomate, em sete dias tiveram seu preço acrescido em torno de 23%. O quilo do tomate, na Ceasa, saltou da média de R$ 2,71 para R$ 3,33, lembrando que, para o consumidor final. Já nos supermercados e sacolões, esse valor chega a ter até 30% de acréscimo da margem de lucro.
“E pelo andar dos preços em São Paulo – nosso principal fornecedor de tomate - a próxima semana pode começar com o quilo a mais ou menos R$ 5,20 na Ceasa”, explica o chefe da divisão de mercado e estatística da Central, Cristiano Chaves.
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