A indústria automobilística bem que tentou, investiu pesado na fabricação de veículos flex, com a promessa de uma opção menos poluente ao meio ambiente. Mas, em Mato Grosso do Sul, a ideia não emplacou – embora a frota dos bicombustíveis tenha crescido 412,62%, nos últimos cinco anos, segundo do Departamento de Trânsito do Estado (Detran-MS), foi o consumo de gasolina que disparou, 90,25%, enquanto o etanol apresentou retração de 4,54% no mesmo período, e de -28,48% apenas nos últimos dois anos.
“Os preços desmotivaram o consumo. A falta de investimento do governo nas usinas reduziu o plantio de cana e, com os preços do açúcar em alta no mercado internacional, as indústrias que produziam os dois optaram mais por ele. Com isso, o estoque de etanol baixou e os preços dispararam”, explica o assessor técnico do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis e Lubrificantes do Estado (Sinpetro-MS), Edson Lazaroto.
Leia mais no jornal Correio do Estado.