Foi-se o tempo em que floriculturas faturavam alto no Dia de Finados, com a venda de crisântemos e margaridas – flores típicas da data. Hoje, essas empresas, em Campo Grande, calculam redução de até 90% nas comercializações do período e, por conta disso, deixaram de comprar estoques muito maiores que o normal, como faziam em anos anteriores.
“Depois que os supermercados começaram a investir nos Finados e vender com preços muito abaixo das floriculturas, a movimentação caiu demais, ficou em torno de 10% do que era, apenas”, explica o proprietário da Rosalândia, Adriano Cortes de Mendonça. Segundo ele, atualmente a data não chega nem perto em faturamento de outras, como Dia dos Namorados e Dia das Mães.
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