O secretário de Comércio Interior argentino, Guillermo Moreno, proibiu as cadeias de supermercados de anunciarem nos jornais de circulação nacional, assim como nas TVs e nas rádios.
A medida visa reforçar o congelamento de preços pretendido pelo governo e pelas cadeias, a vigorar até o dia 1º de abril.
A decisão foi tomada depois de a Argentina ser repreendida pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), que ameaça tirar o país do organismo caso este não torne suas estatísticas mais confiáveis e transparentes.
O Indec (IBGE argentino) divulga um índice de inflação (10%) muito abaixo do que estimam as consultorias privadas (25% a 30%).
A Federação Argentina de Supermercados (FAS) disse que há risco de desabastecimento, pois as lojas podem reter produtos esperando poder aumenta-los em abril.