O preço do tomate intensifica a trajetória de queda e já pode ser encontrado a R$ 1,98 no varejo de Campo Grande. Trata-se de deflação de 80% em relação ao maior valor praticado há três semanas, de R$ 9,92. Na Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa-MS), o quilo da fruta era comercializado ontem pelo mínimo de R$ 1,80.
A explicação para a discrepância em tão pouco tempo está no aumento acentuado da oferta do alimento. Goiás, um dos principais produtores de tomate do País, está no auge da colheita e elevou em 153% as vendas para MS. De acordo com o coordenador da Divisão de Mercado da Ceasa, Cristiano Chaves, Goiás fornecia, em média, 40 mil quilos por mês ou 1,3 mil quilos por dia.
Em abril, o volume subiu para a média de 3,3 mil quilos diários. Ele conta que a inflação, que pesou por meses no bolso do consumidor, era causada por intempéries nos estados do Sul e em São Paulo. Isso fez com que a oferta de tomate reduzisse.
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