Mais empresas devem enviar seus funcionários para transferências no exterior neste ano. É o que diz uma pesquisa mundial feita pela consultoria Mercer. O estudo diz que mais de 70% das empresas esperam aumentar as transferências de curto prazo.
O relatório mostrou também que 55% das empresas esperam aumentar as transferências de longo prazo e ressaltou que, durante os últimos dois anos, houve um aumento no número total de transferências internacionais. O relatório concluiu que EUA, Brasil, Reino Unido e Austrália são os destinos prioritários para expatriados.
De acordo com o relatório de Políticas e Práticas Mundiais de Transferências Internacionais da Mercer (Worldwide International Assignments Policies and Practices), as cinco principais razões mencionadas para programas de transferência internacional são: fornecer habilidades técnicas específicas não disponíveis localmente (47%), fornecer gerenciamento de carreira/desenvolvimento de liderança (43%), assegurar transferência de conhecimento (41%), satisfazer necessidades específicas de projeto (39%), e fornecer habilidades gerenciais específicas não disponíveis localmente (38%).
As empresas multinacionais continuam a realizar a maioria (57%) das transferências internacionais de empregados do país no qual está sua matriz para uma subsidiária estrangeira. Contudo, houve um aumento no percentual de transferências de empresas subsidiárias (51%), indicando que transferências de subsidiária para subsidiária, ao contrário das transferências da matriz para a subsidiária, aumentaram desde 2010. A evolução é mais significativa entre as empresas da Europa, onde seis de cada 10 empresas (61%) relatam um aumento desse tipo de transferências, indicando o crescimento de competências de empregados em outras partes do mundo.