Um em cada dez assinantes da TV paga no Brasil usa um aparelho proibido que libera o acesso a todos os canais da operadora, segundo dados Associação Brasileira de TVs por Assinatura (ABTA) divulgados no jornal Folha de S.Paulo. O "decoder" pirata, que tem venda proibida desde 2012, causa um prejuízo de cerca de R$ 100 milhões, conforme a associação.
A popularização dos aparelhos piratas, que custam atualmente cerca de R$ 300, tem preocupado o setor. Com o "decoder", o assinante pode pagar apenas o pacote básico e assistir a todos os canais da programação, inclusive os de filmes e pornográficos. A ABTA estima que até 2 milhões de caixas deste tipo estão em operação no País.