Lideranças sindicais e das centrais sindicais de Mato Grosso do Sul (Força Sindical, CUT, CGTB, CTB, CSB, UGT e NCST) se reuniram ontem para ultimar os preparativos para a mobilização (nacional) regional na quinta-feira, 11 de julho, pelas principais vias de Campo Grande.
Os sindicatos esperam atrair mais de 15 mil trabalhadores que se concentrarão na Praça do Rádio às 9h. Com carros de som, bandeiras, faixas e cartazes, eles descerão pela Avenida Afonso Pena em direção ao centro da cidade.
Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul informou que as centrais vão empunhar as seguintes bandeiras:
1 – 10% do PIB para a educação pública; 2 – 10% do Orçamento da União para a saúde pública; 3 – Que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais; 4 – Fim do Fator Previdenciário; 5 – Demarcação de Terras indígenas; 6 – Democratização da comunicação; 7 – Redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução salarial; 8 – Valorização das aposentadorias; 9 – Reforma agrária; 10 – Suspensão dos leilões do petróleo; 11 – Contra o PL 4330, da terceirização e 12 – Reforma política.
José Lucas da Silva, representante da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), em Mato Grosso do Sul, disse que a manifestação será pacífica, numa demonstração de força da classe trabalhadora do Estado. “Não admitimos e não toleramos ações de vandalismo em manifestação dessa natureza”, afirmou.