A greve dos funcionários da Enersul, que teve início anteontem, afeta sobretudo a parte técnica e administrativa da empresa que distribui energia em 74 dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. O trabalho terceirizado em call centers (atendimento por telefone) e em alguns postos avançados está mantido.
Dados do Sindicato dos Eletrecitários de Mato Grosso do Sul (Sinergia-MS) indicam que 90% dos mais de mil funcionários da empresa paralisaram suas atividades em todo o Estado. O motivo da greve é o temor de demissão em massa, por causa da compra do Grupo Rede (controlador da Enersul) pela Energisa, empresa que costuma terceirizar boa parte de suas atividades nas praças onde atua.
Das seis centrais de atendimento de Campo Grande, somente a localizada no centro da cidade, na Avenida Calógeras, não estava funcionando. Nas cinco centrais de atendimento ao cidadão espalhadas pela cidade o atendimento ocorria normalmente ontem.