Em 1946, Campo Grande tinha população estimada de 45 mil habitantes e um ponto de referência: a feirona, centro comercial fincado aos arredores da Avenida Afonso Pena e Rua Sete de Setembro, tocado por árabes, japoneses, portugueses e brasileiros. Ali vendiam-se de tudo, de quiabo a botinas. Hoje, 2014, 68 anos depois, no mesmo lugar, o negócio resiste e ainda é a posição de partida da cidade, cuja população beira a casa dos 850 mil habitantes.
O jornal Correio do Estado publicou neste domingo (13), que a feirona de outrora virou Mercado Antonio Valente Municipal, conhecido por Mercado Municipal, ou, o Mercadão, dirigido pela terceira geração dos ex-donos, principalmente descendentes de japoneses.
Por lá, transitam diariamente em torno de três mil pessoas, segundo o assessor de imprensa da Associação dos Comerciantes do Mercado Municipal de Campo Grande, a Associmec, Audemir Guimarães Lima, cujo o avô, Nicodemos, fundou a entidade em 1960. A reportagem é de Celso Bejarano.