A reabertura do Parque de Exposições Laucídio Coelho em Campo Grande, continua indefinida com a queda de braço ao longo dos últimos três anos entre Associação de Criadores de MS (Acrissul), município e poder judiciário, conforme reportagem na edição de hoje(23) do jornal Correio do Estado. Enquanto as partes não se entendem, o fechamento do parque lacrado pela justiça há exatos 79 dias, resulta em prejuízos sociais e econômicos.
Em cumprimento à medida judicial, as lojas que funcionavam dentro das dependências do parque foram fechadas e leilões suspensos. Houve também o cancelamento das sessões de equoterapia, antes realizadas diariamente com crianças carentes na antiga pista da hípica.
De acordo com o presidente da Acrissul, Francisco Maia, são pelo menos 20 empresas do ramo agropecuário que suspenderam as atividades, após a última feira realizada entre 24 de abril e 4 de maio. “Não podem exercer o seu direito de trabalhar”, afirma.
Contestação
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) rebateu a denúncia de morosidade para a liberação do licenciamento ambiental do parque de exposições da Associação de Criadores de MS (Acrissul).
“Foram abertos alguns processos de licenciamento por parte da Acrissul, que não foram concluídos ou não estavam em acordo com a legislação ambiental”, afirmou João Alberto Borges dos Santos, diretor presidente da Semadur. A reportagem é Rafael Bueno.