A Black Friday, ontem, virou assunto para inúmeras piadas na redes sociais. Entre elas uma das mais comentadas foi a que imitava uma manchete com o título: “PT adere à Black Friday e reduz valor de propina em 50%” .
Em busca de descontos de até 70%, consumidores “bateram ponto” em frente de lojas, disputaram produtos e enfrentaram filas no comércio central, shopping centers e supermercados de Campo Grande.
Eletrodomésticos e eletroeletrônicos foram os itens mais procurados, mas também entraram no cardápio de ofertas oferecidas aos clientes ontem celulares, móveis, artigos de vestuário e calçados.
A campanha, que em alguns estabelecimentos foi antecipada para quinta-feira, deve se estender em alguns casos até o início de dezembro.
No entanto, nem todo mundo saiu contente da Black Friday. Foi o caso da autônoma Ana Pereira, 55 anos. “Pesquisei antes o preço de uma loja, esperava comprar um guarda-roupa por R$ 300,00, com 50% de desconto, saiu inclusive propaganda na TV. Mas quando cheguei hoje (ontem), já estava no preço normal e na loja informaram que o desconto só valia para quinta-feira, um dia antes da promoção. Para mim isso é propaganda enganosa, não estava claro a data do desconto antes”, queixou-se.
A reportagem, de Daniella Arruda, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.