Promessa de campanha eleitoral, a redução da carga tributária dos combustíveis foi adiada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) por, pelo menos, um ano. Alegando ser necessário equilibrar as contas do Estado antes de dar início às desonerações, Azambuja deixará para 2016 a implantação de alíquota menor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) incidente sobre o diesel e o etanol. O tucano também já considera a possibilidade de não mais diminuir a alíquota do diesel para 12%, como afirmara, durante campanha e nos primeiros dias de governo, e, sim, para 15%.
“Isso deve acontecer no próximo ano”, disse Azambuja em referência à redução do ICMS sobre os combustíveis. Ele também afirmou que há uma proposta do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) de unificar as alíquotas de todos os estados em 15%. Isso significa que há possibilidade de o alívio tributário ser menor que o projetado – o compromisso inicial era de baixar a alíquota de 17% para 12%.
A reportagem, de Osvaldo Júnior, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.