O sábado de folga da nutricionista Gláucia Batista, de 27 anos, virou o dia de cuidar do Bob e Lup, seus dois cachorros de estimação. Ela investiu em xampu, sabonete, escova e outros aparatos para fazer em casa o banho e tosa dos cães ao invès de levar ao pet shop e, com isso, conseguir uma economia mensal para o bolso de mais de R$ 150.
“Não mudei o tipo de ração, remédio, continuo levando para o veterinário. Se tiver que gastar, eu gasto. Mas o banho e outras coisas eu vi que era algo que podia fazer em casa. Dá um super trabalho, mas pelo menos economizo”, contabiliza.
A jovem faz parte de um grupo cresente de donos de animais que, neste ano, tiveram que cortar ou reduzir os gastos com os bichinhos por conta do aperto nas finanças. O comportamento está refletindo em queda no faturamento que chega a 50% em alguns pet shops de Campo Grande que, assim como outros setores da economia, estão contabilizando resultados negativos nesse ano em comparação com o anterior.
*A reportagem de Paula Vitorino está na edição de hoje do Correio do Estado.