A loja da ex-gerente de banco Ivana D’Ávila, 28 anos, é prematura: com poucos meses, já ensaia os passos de um empreendimento adulto.
“Com apenas seis meses, já estou precisando aumentar a empresa. E isso em uma época difícil para a economia”, avalia Ivana, que investiu no segmento de artigos e móveis para bebês depois de ser demitida do banco em que trabalhava.
A empresária desenhou trajetória, que muitos desempregados consideram, mas temem: o de abrir o próprio negócio depois de perder o emprego. E com os índices de fechamento de vagas nas alturas, esse é um caminho a ser avaliado.
*Leia reportagem, de Osvaldo Júnior, na edição deste domingo (17) do jornal Correio do Estado.