De cada R$ 100 que entram nos cofres da Prefeitura de Campo Grande, R$ 51,2 9 são usados no pagamento do funcionalismo.
Com esse índice, o município figura entre as oito capitais brasileiras que gastam mais da metade da receita com salários.
Os dados são do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), do Tesouro Nacional, e tomam como referência os balanços municipais do primeiro quadrimestre.
Nos últimos 12 meses, encerrados em abril, a receita corrente líquida (RCL) de Campo Grande somou R$ 2,603 bilhões e a despesa total com pessoal (DTP) foi de R$ 1,335 bilhão.
Na comparação com igual período de 2015, a RCL da capital sul-mato-grossense contabilizou queda real (considerando a inflação) de 2,12%.
A Lei 101/2000 ou LRF, que estabelece normas de finanças públicas, prescreve que o Executivo municipal comprometa, no máximo, 54% da RCL com despesa com pessoal.
*Leia reportagem, de Osvaldo Júnior, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.